Domaine La Garelle Merlot Syrah 2019

Um amigo, amante de cerveja, me perguntou: "todo vinho rosé é doce?" A minha resposta foi de imediato: NÃO!

Assim como os brancos e tintos, os rosés podem ser secos ou doces, dependo da uva utilizada e de como o enólogo produzirá o vinho. 

Os vinhos rosés são feitos ou de uvas tintas, ou de cortes entre uvas brancas e tintas. A sua cor vai depender do objetivo do enólogo, de acordo com o tempo que ele deixar o vinho em contato com as cascas das uvas tintas. 

Eu, particularmente, amo vinho rosé, se for Provence - ou "tipo Provence" - mais ainda! Quando falo "tipo Provence" estou me referindo as características visuais de cor de "Cebola". Um salmão bem clarinho, lindo d+!

Esporão Verdelho 2019

Eu sempre gostei de morar em apartamento. Sinto-me segura, até mesmo uma certa liberdade para esquecer a porta da frente aberta, por exemplo, mas pela primeira vez na vida eu tenho sentido falta de morar numa casa, é cansativo não ter um quintal, não ter um jardim, não ter sol...

Por isso, uma vez lá que outra, desde o início da pandemia, tenho fugido para uma casa no interior - aqui pertinho - para aproveitar o sol e fugir do apartamento.

Tudo isso para dizer que numa dessas fugidas eu tomei um vinho do Esporão que virou um dos meus queridinhos.


Crudo Nero di Bianca

Você já ouviu falar na Casa Perini? 

Bom, se você lê este blog com certeza, pois a Vinícola Casa Perini é uma das minhas favoritas. Costumo dizer que a Perini evoluiu junto comigo no mundo do vinho, pois - quando adolescente - seus vinhos de garrafão eram protagonistas nos nossos churrascos e festas e, hoje em dia, meus queridinhos são o Qu4tro e o Fração Única Pinot Noir. 

Mas hoje não é de Casa Perini que quero falar. 


Pizzato Merlot Reserva

Queria começar dizendo que vinho brasileiro é bom, sim!

Já ouvi várias pessoas, que se dizem entendidas", dizendo que nacional só espumante, outros ainda que não cederam nem aos encantos indiscutíveis dos espumantes brasileiros.

Enfim, existe vinho nacional ruim? Existe! Mas existe muito vinho francês, italiano, chileno... ruim também!

O Brasil, cada ano que passa, faz exemplares mais espetaculares, e só me resta ter pena de quem, por ignorância, não quer provar essas delícias.

Semana passada abri um dos meus Merlots preferidos, de uma das minhas vinícolas preferidas.

L'Esprit de La Fontaine 2016

Opa, meu terceiro post no mês, será que vou começar a postar uma vez por semana?

Tomara! Quando deixo a preguiça de lado e começo a escrever, acabo percebendo o quanto escrever sobre vinhos me faz bem. 

É uma paixão que começou há muitos anos, já teve altos e baixos - com relação ao consumo e ao estudo - mas confesso que nunca parei. Sempre aprendo, lendo aqui ou acolá, participando das minhas confrarias - agora online, mas sempre ricas em troca de experiências e conhecimento.

130 Blanc de Blanc Casa Valduga

Fazia tempo que eu estava querendo escrever sobre esse espumante incrível da Casa Valduga.

O espumante 130 já é conhecido de todo mundo que gosta de um bom perlage. Desde 2005 a vinícola o elabora com muita qualidade um blend de Chardonnay e Pinot Noir feitos pelo método tradicional. Ele foi criado para comemorar os 130 anos da chegada da família Valduga ao Brasil, mas foi em 2016 que eles decidiram lançar as versões Blanc de Noir e Blanc de Blanc, para apresentar melhor o potencial de cada uma das uvas.

Eu já experimentei os dois. O Pinot Noir é uma delícia, mas é sobre o Chardonnay que quero falar hoje. 

Foto de quando podíamos nos reunir com amigos.

Routhier & Darricarrère - Uma incrível experiência

Essa semana tivemos uma degustação muito legal na Confraria de Terça - da Sbav-SP. 

Era pra ser apenas mais uma degustação, como fazemos toda terça-feira, mas com certeza foi uma das mais legais. 

Recebemos Anthony Darricarrère e Julio Gostisa para nos falar um pouco sobre os vinhos da Routhier & Darricarrère. Foi incrível.