Dessas, podemos dizer que cerca de setenta espécies são reconhecidas por suas características e são classificadas como as mais relevantes comercialmente. No entanto, poucas são - de fato - conhecidas pelos brasileiros.
Mas, uma das uvas que tem ganhado espaço nas gôndolas do Brasil é a Garnacha.

A Garnacha - como é conhecida na Espanha - também é chamada de Grenache na França, ou Cannonau no sul da Itália.
Suas videiras são plantas resistentes, capazes de sobreviver em diversos lugares do mundo, no entanto a mesma uva, plantada em cada um desses lugares, vai expressar qualidades diferentes e resultar em vinhos daquele terroir.
A Garnacha é bastante plantada e conhecida no mundo inteiro, principalmente em regiões quentes, como por exemplo, Espanha, Portugal, Rhône - no Sul da França ou na Ilha de Sardenha - na Itália.
A casta é muito utilizada para fazer vinhos de cortes, sendo um dos destaques do famoso Châteauneuf du Pape, vinho conhecido por ser elaborado com um blend de até 13 uvas distintas e também do GSM (Grenache, Syrah e Mouvèdre), ambos vinhos do Rhône, na França.
Quando utilizada para produção de vinhos varietais, a uva Garnacha resulta em vinhos claros, com pouca cor e possui pouco tanino. No entanto, em alguns casos pode resultar em vinhos com bom corpo e bastante álcool gerando vinhos mais robustos, alcoólicos e com boa possibilidade de guarda.
Suas videiras são plantas resistentes, capazes de sobreviver em diversos lugares do mundo, no entanto a mesma uva, plantada em cada um desses lugares, vai expressar qualidades diferentes e resultar em vinhos daquele terroir.
A Garnacha é bastante plantada e conhecida no mundo inteiro, principalmente em regiões quentes, como por exemplo, Espanha, Portugal, Rhône - no Sul da França ou na Ilha de Sardenha - na Itália.
A casta é muito utilizada para fazer vinhos de cortes, sendo um dos destaques do famoso Châteauneuf du Pape, vinho conhecido por ser elaborado com um blend de até 13 uvas distintas e também do GSM (Grenache, Syrah e Mouvèdre), ambos vinhos do Rhône, na França.
Quando utilizada para produção de vinhos varietais, a uva Garnacha resulta em vinhos claros, com pouca cor e possui pouco tanino. No entanto, em alguns casos pode resultar em vinhos com bom corpo e bastante álcool gerando vinhos mais robustos, alcoólicos e com boa possibilidade de guarda.
Por ter poucos taninos é uma uva muito utilizada na elaboração de grandes vinhos rosés. Com destaques para os grandes rosés espanhóis e os grandes rosés franceses, como os vinhos da Provence.
O novo mundo também vem se destacando na produção de ótimos Garnachas, países como Austrália, África do Sul e Estados Unidos, por exemplo, têm apresentado ótimos resultados com a casta.
Os vinhos desta uva normalmente são agradáveis de beber. No nariz apresentam aromas de cerejas, violeta, notas de casca de laranja e um toque de especiarias - com destaque para pimenta-do-reino. Na boca são vinhos elegantes, equilibrados e com taninos macios.
Vale provar!
Santé!
Santé!
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