Vinhos, fotos e bons momentos. Vinhos baratos, vinhos supermercado, vinhos custo x beneficio, vinho para comemorações, vinhos para presente e vinho para felicidade.
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Espumante especial para o fim de ano
A realidade do nosso país está cada vez pior. Para quem não sabe, desde o dia 01 de dezembro os vinhos estão com um IPI absurdo de 10%, isso sem falar em todos os outros impostos…
Reserva Pessoal, o quiosque sensação do Shopping Ibirapuera.
Outro dia estava passeando no Shopping Ibirapuera e tive uma feliz surpresa. Um Quiosque com vinhos brasileiros cheio de objetivo.
Sim, pois o projeto Reserva Pessoal não é apenas um projeto bacana, é uma iniciativa que além de incentivar o consumo do vinho, também ajuda a quebrar o preconceito que existe com os vinhos do Brasil.
Winebar Salton
"Winebar" é o que não falta, eles estão espalhados pelo Brasil a fora. Mas existe um em especial que é online e por isso não importa onde estás, se tiveres internet, podes participar dessa degustação.
Os vinhos são divulgados com antecedência, tem gente que os recebe em casa, outros podem comprá-los.
No dia e hora marcados, todos experimentam os vinhos e compartilham num chat suas opiniões, enquanto o enólogo, ou algum representante da vinícola em questão, é entrevistado, contando tudo sobre o produto, um pouco sobre a vinícola e respondendo possíveis questões do chat.
Salton desejo: um vinho para ter na adega
Cada um sabe o que gosta. Tem gente que enche a boca para falar que só toma vinho importado, outros falam a mesma coisa dizendo que vinhos nacionais não são bons. Enfim, ambas são afirmações eu considero sem pé nem cabeça.
Você pode dividir vinhos por faixa de preço, por uvas, por países…
O melhor mesmo é provar e dividir entre o que você compraria e o que não compraria, levando em consideração o seu gosto pessoal e o quanto está disposto a investir num vinho.
Luiz Valduga, uma bela forma de comemorar o dia do abraço.
Estava pensando sobre o que escrever no dia do abraço, 22 de maio, pois bem fui num almoço e o assunto caiu como um presente no meu colo.
Feito: Luiz Valduga será o assunto.
No evento da Casa Valduga, em São Paulo, para apresentação do novo conceito da Vinícola, além de muito bate papo, vinho e comida gostosa, teve um momento de emoção.
Aurora - Linha Procedências
Há 7 anos vou na Expovinis. A maior feira de vinhos da America Latina.
Este ano estava doente e não pude participar de muitas coisas, mas dei um jeito de ir visitar a feira e descobrir alguns vinhos legais para contar aqui no blog.
Qu4tro da Perini
Escolher o vinho da noite não é uma tarefa fácil, principalmente quando a noite é especial. A gente pára na frente da adega e fica naquelas de olhar rótulo por rótulo até decidir, ainda bem que eu tenho a minha cadeirinha de adega.
Identidade, amo a minha!
Identidade
" s.f. O que faz que uma coisa seja da mesma natureza que outra.
Conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa
Identidade pessoal, consciência que alguém tem de si mesmo."
A definição é clara. Como nossa digital, cada um de nós é diferente dos demais. Por mais que desejemos ser outra pessoa e criemos situações que nos tornem parecidos com ela, jamais teremos a mesma identidade.
Acho esse vinho incrível não só pelo que ele é, que vamos falar daqui a pouco, mas pelo que representa. Afinal, nenhuma circunstância é igual a outra e mesmo que recriemos todo o ambiente as emoções nunca serão as mesmas.
Um vinho aberto num determinado dia será sempre único. Pois a ficha técnica interfere, mas não define sensações. É mais ou menos como a música do Lulu Santos: "Nada do que foi será de novo, do jeito que já foi um dia..."
Bom, vamos então ao vinho. O Identidade, da Vinícola Casa Valduga, é um vinho imponente que apresenta aromas de frutas negras maduras, com um toque de especiarias e café. Na boca é encorpado, intenso, tânico, com um final persistente. Um vinho que representa bem como deve ser a nossa personalidade. Marcante e equilibrada.
Adoro, por tudo isso e principalmente porque a minha fã número 1 sou eu mesma e não desejo mudar em nada. Aliás, na conta bancária até seria bom!
Santé!
" s.f. O que faz que uma coisa seja da mesma natureza que outra.
Conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa
Identidade pessoal, consciência que alguém tem de si mesmo."
A definição é clara. Como nossa digital, cada um de nós é diferente dos demais. Por mais que desejemos ser outra pessoa e criemos situações que nos tornem parecidos com ela, jamais teremos a mesma identidade.
Acho esse vinho incrível não só pelo que ele é, que vamos falar daqui a pouco, mas pelo que representa. Afinal, nenhuma circunstância é igual a outra e mesmo que recriemos todo o ambiente as emoções nunca serão as mesmas.
Um vinho aberto num determinado dia será sempre único. Pois a ficha técnica interfere, mas não define sensações. É mais ou menos como a música do Lulu Santos: "Nada do que foi será de novo, do jeito que já foi um dia..."
Bom, vamos então ao vinho. O Identidade, da Vinícola Casa Valduga, é um vinho imponente que apresenta aromas de frutas negras maduras, com um toque de especiarias e café. Na boca é encorpado, intenso, tânico, com um final persistente. Um vinho que representa bem como deve ser a nossa personalidade. Marcante e equilibrada.
Adoro, por tudo isso e principalmente porque a minha fã número 1 sou eu mesma e não desejo mudar em nada. Aliás, na conta bancária até seria bom!
Santé!
Um Condomínio de Viticultura
Há uns anos fiquei sabendo de um senhor na França que estava vendendo parcelas de seus vinhedos. Os vinhos continuariam sendo produzidos por ele, mas, por uma quantia determinada pelos custos da vinícola, a pessoa receberia uma percentagem das garrafas que poderia rotular da maneira que quisesse. Achei sensacional, imagina poder dizer que tenho um vinhedo na França?! Mas a realidade é outra e o investimento irreal para mim.
Pois bem, este ano o Spa do Vinho, na Serra Gaúcha, resolveu iniciar um negócio parecido aqui no Brasil e criou o primeiro "Condomínio de Viticultura Brasileiro".
Em parceria com a Vinícola Miolo, o Spa do Vinho irá ajudar os enófilos a ter seu próprio vinho, cultivado e vinificado através das regras dos vinhos DO do Vale dos Vinhedos, o que ratifica a qualidade do produto.
A cada fração ideal do condomínio caberá, no mínimo, 10 caixas por safra vinificada. Segundo Deborah Dadalt, sócia e diretora do empreendimento, "os amantes do vinho terão a oportunidade real de acompanhar o cultivo, colher, vinificar, rotular e levar para casa seu próprio vinho premium.
Achei sensacional, eu ainda não tenho condições de ter um pedacinho para mim, mas seria um sonho, bem mais real, poder ter um vinhedo, mesmo que pequeno, na Serra Gaúcha para produzir um vinho só meu, e, apesar de ser uma realidade distante, nome ele já tem: "Chateau de Jane".
Santé!
Pois bem, este ano o Spa do Vinho, na Serra Gaúcha, resolveu iniciar um negócio parecido aqui no Brasil e criou o primeiro "Condomínio de Viticultura Brasileiro".
Em parceria com a Vinícola Miolo, o Spa do Vinho irá ajudar os enófilos a ter seu próprio vinho, cultivado e vinificado através das regras dos vinhos DO do Vale dos Vinhedos, o que ratifica a qualidade do produto.
A cada fração ideal do condomínio caberá, no mínimo, 10 caixas por safra vinificada. Segundo Deborah Dadalt, sócia e diretora do empreendimento, "os amantes do vinho terão a oportunidade real de acompanhar o cultivo, colher, vinificar, rotular e levar para casa seu próprio vinho premium.
Achei sensacional, eu ainda não tenho condições de ter um pedacinho para mim, mas seria um sonho, bem mais real, poder ter um vinhedo, mesmo que pequeno, na Serra Gaúcha para produzir um vinho só meu, e, apesar de ser uma realidade distante, nome ele já tem: "Chateau de Jane".
Santé!
Uma cerveja para viajar no tempo!
Meu blog é de vinho, mas eu também preciso de uma folga de vez em quando. Hoje o meu post vai ser sobre uma cerveja artesanal.
Sim, sou amiga do Julio Kunz, e por isso sou suspeita para falar, mas sou mais fiel ao meu blog que a qualquer coisa, por isso, pode acreditar: se a cerveja não fosse boa, eu não falaria mal, simplesmente não escreveria.
A Petronius Cervejaria & Destilaria elaborou uma cerveja super legal, ela é intensa, encorpada e saborosa. Mas o detalhe que mais me chamou atenção foi o rótulo, que nos remete a uma correspondência.
Vocês não fazem idéia do arquivo de memórias que esse rótulo me trouxe à mente. Eu tenho uma caixa enorme de cartinhas semanais que eu trocava com minhas amigas, desde o dia que descobrimos a "carta social" que custava R$0,01.
É, hoje em dia trocamos emails, mas posso garantir que não é a mesma coisa. Aliás, não chega nem perto da sensação de abrir a caixinha de correspondência na expectativa de encontrar um envelope com o meu nome.
Por essas e outras achei o máximo, não conversei com o Julio para saber o porque do rótulo, mas adorei ter sido remetida a uma época onde as pessoas dedicavam seu tempo, tanto para escrever, quanto para ir até os correios enviar a carta. Isso sem falar na expectativa da resposta.
Para isso, paciência e dedicação, características presentes na elaboração da Schatz.
Degustá-la foi um mergulho no meu baú de recordações, uma viagem no tempo para uma época em que eu não bebia, mas era muito feliz.
Ah! Segue um desafio: experimente enviar uma carta para um amigo, depois me conte o que ele achou de receber uma correspondência, que não seja conta, afinal essas não param de chegar.
Santé!
Sim, sou amiga do Julio Kunz, e por isso sou suspeita para falar, mas sou mais fiel ao meu blog que a qualquer coisa, por isso, pode acreditar: se a cerveja não fosse boa, eu não falaria mal, simplesmente não escreveria.
A Petronius Cervejaria & Destilaria elaborou uma cerveja super legal, ela é intensa, encorpada e saborosa. Mas o detalhe que mais me chamou atenção foi o rótulo, que nos remete a uma correspondência.
Vocês não fazem idéia do arquivo de memórias que esse rótulo me trouxe à mente. Eu tenho uma caixa enorme de cartinhas semanais que eu trocava com minhas amigas, desde o dia que descobrimos a "carta social" que custava R$0,01.
É, hoje em dia trocamos emails, mas posso garantir que não é a mesma coisa. Aliás, não chega nem perto da sensação de abrir a caixinha de correspondência na expectativa de encontrar um envelope com o meu nome.
Por essas e outras achei o máximo, não conversei com o Julio para saber o porque do rótulo, mas adorei ter sido remetida a uma época onde as pessoas dedicavam seu tempo, tanto para escrever, quanto para ir até os correios enviar a carta. Isso sem falar na expectativa da resposta.
Para isso, paciência e dedicação, características presentes na elaboração da Schatz.
Degustá-la foi um mergulho no meu baú de recordações, uma viagem no tempo para uma época em que eu não bebia, mas era muito feliz.
Ah! Segue um desafio: experimente enviar uma carta para um amigo, depois me conte o que ele achou de receber uma correspondência, que não seja conta, afinal essas não param de chegar.
Santé!
Sim, eu gosto de Merlot.
A idéia de participar de uma degustação com o título "Merlots pelo Mundo" não seria um evento atrativo para mim. No entanto, depois de tudo que já aprendi, uma coisa ficou clara: nunca se deve deixar de experimentar alguma coisa por preconceito e que tanto no mundo do vinho, como no resto todo, não existem verdades absolutas.
Sim, minha preferência não é mesmo Merlot, mas depois de tanto aprendizado não posso mais dizer que não gosto desta variedade, pois já provei exemplares simplesmente incríveis. Enfim, quando percebi já estava sentada no auditório do Spa do Vinho, pronta para degustar nove Merlots às cegas e aprender um pouco mais sobre esta uva e seus vinhos.
Para nos receber o casal anfitrião, Aldemir Dadalt e Deborah Villas-Bôas Dadalt. Eles souberam muito bem transformar aquelas horinhas em aprendizado.
De todos, separei três que me chamaram atenção:
O Miolo Merlot 2009, do Vale dos Vinhedos, é um vinho com um incrível custo x benefício. Redondo e equilibrado, capaz de conquistar não só no sabor, mas também pelos aromas rico em frutas maduras com toque de especiarias.
O outro vinho que gostei muito foi o VE 2005, um vinho produzido pelo próprio hotel. Complexo, macio e intenso, apresenta aromas defumados e animais, além da ameixa, que se destaca acima do restante.
O vinho é para poucos, a idéia não é vendê-lo por ai a fora, e sim degustá-lo la mesmo com aquela beleza e glamour do lado de fora da janela.
O terceiro vinho que selecionei foi o Storia 2008, da Casa Valduga. Um vinho que há tempos eu queria provar. Realmente é um super investimento, a cada gole uma sensação nova de amor e ódio. Ódio, porque seus aromas são intrigantes e muito complexos, fazendo com que me batesse uma pequena revolta por não conseguir identificá-los. No entanto, após uns minutos, os aromas se abrem e as frutas maduras, surgem para acalmar nosso coração e ai aparece o sentimento de amor que desde o primeiro gole nos conquista.
Em uma palavra eu diria que o Storia é puro "equilíbrio", pois além de ser um vinho redondo ele beira o divino.
Enfim, eu só tenho a agradecer ao super "Enocasal" que nos levou nessa aventura para me fazer entender de uma vez por todas: sim, eu gosto de Merlot.
Santé!
Sim, minha preferência não é mesmo Merlot, mas depois de tanto aprendizado não posso mais dizer que não gosto desta variedade, pois já provei exemplares simplesmente incríveis. Enfim, quando percebi já estava sentada no auditório do Spa do Vinho, pronta para degustar nove Merlots às cegas e aprender um pouco mais sobre esta uva e seus vinhos.
Para nos receber o casal anfitrião, Aldemir Dadalt e Deborah Villas-Bôas Dadalt. Eles souberam muito bem transformar aquelas horinhas em aprendizado.
De todos, separei três que me chamaram atenção:
O Miolo Merlot 2009, do Vale dos Vinhedos, é um vinho com um incrível custo x benefício. Redondo e equilibrado, capaz de conquistar não só no sabor, mas também pelos aromas rico em frutas maduras com toque de especiarias.
O outro vinho que gostei muito foi o VE 2005, um vinho produzido pelo próprio hotel. Complexo, macio e intenso, apresenta aromas defumados e animais, além da ameixa, que se destaca acima do restante.
O vinho é para poucos, a idéia não é vendê-lo por ai a fora, e sim degustá-lo la mesmo com aquela beleza e glamour do lado de fora da janela.
O terceiro vinho que selecionei foi o Storia 2008, da Casa Valduga. Um vinho que há tempos eu queria provar. Realmente é um super investimento, a cada gole uma sensação nova de amor e ódio. Ódio, porque seus aromas são intrigantes e muito complexos, fazendo com que me batesse uma pequena revolta por não conseguir identificá-los. No entanto, após uns minutos, os aromas se abrem e as frutas maduras, surgem para acalmar nosso coração e ai aparece o sentimento de amor que desde o primeiro gole nos conquista.
Em uma palavra eu diria que o Storia é puro "equilíbrio", pois além de ser um vinho redondo ele beira o divino.
Enfim, eu só tenho a agradecer ao super "Enocasal" que nos levou nessa aventura para me fazer entender de uma vez por todas: sim, eu gosto de Merlot.
Santé!
Último dia do 1º Enotour . DOC...
Enfim, depois de tanto tempo vou conseguir escrever sobre o último dia do Enotour .DOC.
Aquele sábado já começou agitado, afinal era nosso último dia na Serra Gaúcha, domingo seria café da manhã e de volta ao Salgado Filho.
Então, naquela pilha de aproveitar tudo ao máximo, acordamos e após um café maravilhoso, mas rápido, fomos direto para a Avaliação Nacional de Vinhos, que tinha 63 vinícolas participantes, com 309 amostras de vinhos, lógico que não degustamos todas, uma equipe de profissionais selecionou os 16, divididos em categorias, esses sim degustamos.
Almoçamos por lá mesmo e depois voltamos para o hotel onde tivemos o prazer de participar de uma degustação só de Merlots, vou escrever sobre ela em breve.
Já era tarde, mas ainda haviam muitas emoções pela frente. Um jantar, com música ao vivo, super especial harmonizado, como todos que estamos acostumados, no entanto com um diferencial que achei bem especial.
Para cada prato dois vinhos. É assim que a gente aprende a harmonizar, provando. O gosto de quem organizou pode até fazer sentido, mas no final o que importa mesmo é o que agrada o nosso paladar.
A Don Laurindo, a Maximo Boschi e o pessoal do Spa do Vinho nos proporcionaram uma noite que viria a ser uma das mais especiais.
A gente sempre acaba com um preferido, o Chardonnay, da Don Laurindo, me conquistou. Um vinho com aromas de frutas, com um toque de baunilha e de flores. Intenso, como o momento que estávamos vivendo: fim de um passeio, reinício da vida real, bem mais saborosa e pronta para novas emoções.
O clima estava ótimo, a companhia incrível, a comida um espetáculo e os vinhos... simplesmente divinos. Ali ao lado uma lareira que criava um romantismo no ar e que me fez chegar a conclusão que o Vale dos Vinhedos tem mesmo uma magia que contagia.
Agradeço mais uma vez ao Orestes, da .DOC, que me convidou e a todas as vinícolas que nos receberam.
Santé!
Aquele sábado já começou agitado, afinal era nosso último dia na Serra Gaúcha, domingo seria café da manhã e de volta ao Salgado Filho.
Então, naquela pilha de aproveitar tudo ao máximo, acordamos e após um café maravilhoso, mas rápido, fomos direto para a Avaliação Nacional de Vinhos, que tinha 63 vinícolas participantes, com 309 amostras de vinhos, lógico que não degustamos todas, uma equipe de profissionais selecionou os 16, divididos em categorias, esses sim degustamos.
Almoçamos por lá mesmo e depois voltamos para o hotel onde tivemos o prazer de participar de uma degustação só de Merlots, vou escrever sobre ela em breve.
Já era tarde, mas ainda haviam muitas emoções pela frente. Um jantar, com música ao vivo, super especial harmonizado, como todos que estamos acostumados, no entanto com um diferencial que achei bem especial.
Para cada prato dois vinhos. É assim que a gente aprende a harmonizar, provando. O gosto de quem organizou pode até fazer sentido, mas no final o que importa mesmo é o que agrada o nosso paladar.
A Don Laurindo, a Maximo Boschi e o pessoal do Spa do Vinho nos proporcionaram uma noite que viria a ser uma das mais especiais.
A gente sempre acaba com um preferido, o Chardonnay, da Don Laurindo, me conquistou. Um vinho com aromas de frutas, com um toque de baunilha e de flores. Intenso, como o momento que estávamos vivendo: fim de um passeio, reinício da vida real, bem mais saborosa e pronta para novas emoções.
O clima estava ótimo, a companhia incrível, a comida um espetáculo e os vinhos... simplesmente divinos. Ali ao lado uma lareira que criava um romantismo no ar e que me fez chegar a conclusão que o Vale dos Vinhedos tem mesmo uma magia que contagia.
Agradeço mais uma vez ao Orestes, da .DOC, que me convidou e a todas as vinícolas que nos receberam.
Santé!
Porque complicar o que pode ser simples?
Vinho pode ter a ver com tudo, tudo mesmo. Seja uma reunião de amigos, jantares, cinema (porque não?), um filme na TV, praia, campo... enfim, vinho só não tem a ver com estrada e direção, de resto, não vejo mal nenhum em brindar tanto momentos felizes, quanto simplesmente degustar uma tacinha para ajudar na saúde do coração.
Nesta segunda-feira, fui no lançamento do livro "Sex and the Kitchen", na livraria Cultura do Conjunto Nacional. O escritor, Alessander Guerra, passou as quatro horas autografando constantemente. Acho que as pessoas que falam que ler está em desuso são completamente loucas. Ler está em alta sim e a cada mergulho que fazemos no mundo virtual temos mais vontade de agarrar um livro de "verdade" e devorá-lo como um belo pedaço de bolo de chocolate, ler do início ao fim sem parar.
Foi exatamente isso que eu fiz com o "Sex and the Kitchen", li em um dia. Com capítulos curtos, o livro permite que a gente leia em cada brecha, entre uma atividade ou outra. Já pensastes quantas horas num dia a gente fica de bobeira? Pequenos intervalos entre um compromisso e outro que acabam sendo desperdiçados, perfeitos para a leitura fácil e instigante de um livro bem escrito.
A história? Bom, a história é o romance bem picante de um casal super "comum" que, a cada frase, nos remete a um amigo que já passou por isso, ou até mesmo, nós mesmos. Além disso, o protagonista nos leva para dentro de uma cozinha e nos mostra como suas atividades podem se tornar sensuais e inesquecíveis se acompanhados de muito amor e paixão.
É o que eu vivo dizendo, como deixar a vida passar sem transformá-la em memórias?
No lançamento, além de comidinhas de vários chefs famosos, pudemos brindar com o espumante ".Nero", da Domno do Brasil. Achei o máximo eles investirem em cultura, afinal uma bela taça de perlage pode nos acompanhar num momento de comemoração, mas pode também ser nossa única companheira num momento de leitura, onde nossa imaginação viaja para dentro do livro na mesma velocidade que o perlage viaja na taça flut.
Eu já estou com o meu exemplar devidamente autografado, compre o seu e se apaixone pela história deste casal, que existe para te mostrar que um relacionamento pode ser simples e perfeito.
Santé!
Terceiro dia do ENOTOR .DOC!
E o Enotour .DOC não acabou, ainda tenho dois dias de muito goles para compartilhar com você.
No terceiro dia da viagem acordamos cedinho e fomos para a DOMNO do Brasil, empresa que além de importar ótimos vinhos produz espumantes frescos e contagiantes, daqueles que eu super recomendo.
Na visita tivemos a oportunidade de degustar um espumante direto do tanque, experiência inédita na minha vida. Posso afirmar que foi estranho, mas gratificante. O líquido era turvo, com aromas de fermento e zero perlage, impossível acreditar que aquilo se tornará uma bebida tão encantadora depois de pronta.
Na degustação, experimentamos diversos vinhos importados e, é claro, os espumantes. Super valeu a pena, principalmente por ver o resultado do que havíamos experimentado um pouco antes. O .Nero Brut estava perfeito!
Saímos de lá e fomos almoçar na Casa de Madeira, onde além de um almoço incrível e harmonizado, pudemos relaxar e conversar com direito a música ao vivo, um super carinho.
Depois fomos para a Dom Giovanni, aliás acho que quando voltar ao vale vou dedicar um turno inteiro para esta vinícola, lá fomos recebidos com um passeio por entre os vinhedos e depois um belo momento regado ao seu espumante rosé para confraternizar e contemplar a magia de um vinhedo num dia de sol.
Voltamos para a sede e degustamos outros produtos. Tive mais uma oportunidade inédita: degustar um espumante em pleno processo de remuage (utilizado no método tradicional francês para fazer Champagne). Foi sensacional, o líquido era incrivelmente lindo, brilhante e com um perlage rápido e ordenado. Eu jamais vou esquecer. O sabor estava fantástico, um espumante NATURE no seu estado mais puro.
Saindo de lá fomos para a Vinícola Basso, lá experimentamos diversos produtos dentre eles o Monte Paschoal Brut Rosé, um espumante bem refrescante para ser servido num fim de tarde no verão.
Depois fomos dar um passeio pela vinícola e subimos nos tanques. Muito alto. O cheiro que saia era impressionante, absurdamente intenso.
Foi então que fomos para a última vinícola do dia, a Perini, um lugar que há anos eu queria conhecer e não tinha tido a oportunidade. Os detalhes dessa visitas você pode ler no post "Depois de anos finalmente conheci a Perini".
Depois do jantar saboroso, agradável e harmonizado que a Perini nos ofereceu fomos para o hotel descansar para enfrentar o último dia da viagem que em breve conto como foi.
Santé!
No terceiro dia da viagem acordamos cedinho e fomos para a DOMNO do Brasil, empresa que além de importar ótimos vinhos produz espumantes frescos e contagiantes, daqueles que eu super recomendo.
Na visita tivemos a oportunidade de degustar um espumante direto do tanque, experiência inédita na minha vida. Posso afirmar que foi estranho, mas gratificante. O líquido era turvo, com aromas de fermento e zero perlage, impossível acreditar que aquilo se tornará uma bebida tão encantadora depois de pronta.
Na degustação, experimentamos diversos vinhos importados e, é claro, os espumantes. Super valeu a pena, principalmente por ver o resultado do que havíamos experimentado um pouco antes. O .Nero Brut estava perfeito!
Saímos de lá e fomos almoçar na Casa de Madeira, onde além de um almoço incrível e harmonizado, pudemos relaxar e conversar com direito a música ao vivo, um super carinho.
Depois fomos para a Dom Giovanni, aliás acho que quando voltar ao vale vou dedicar um turno inteiro para esta vinícola, lá fomos recebidos com um passeio por entre os vinhedos e depois um belo momento regado ao seu espumante rosé para confraternizar e contemplar a magia de um vinhedo num dia de sol.
Voltamos para a sede e degustamos outros produtos. Tive mais uma oportunidade inédita: degustar um espumante em pleno processo de remuage (utilizado no método tradicional francês para fazer Champagne). Foi sensacional, o líquido era incrivelmente lindo, brilhante e com um perlage rápido e ordenado. Eu jamais vou esquecer. O sabor estava fantástico, um espumante NATURE no seu estado mais puro.
Saindo de lá fomos para a Vinícola Basso, lá experimentamos diversos produtos dentre eles o Monte Paschoal Brut Rosé, um espumante bem refrescante para ser servido num fim de tarde no verão.
Depois fomos dar um passeio pela vinícola e subimos nos tanques. Muito alto. O cheiro que saia era impressionante, absurdamente intenso.
Foi então que fomos para a última vinícola do dia, a Perini, um lugar que há anos eu queria conhecer e não tinha tido a oportunidade. Os detalhes dessa visitas você pode ler no post "Depois de anos finalmente conheci a Perini".
Depois do jantar saboroso, agradável e harmonizado que a Perini nos ofereceu fomos para o hotel descansar para enfrentar o último dia da viagem que em breve conto como foi.
Santé!
O Brasil mostrando a que veio!
De manhã fomos na Vinícola Salton, lá descobri o que é ser grande. Produções "gigantescas", perto do que estou acostumada a ver.
A Salton é a empresa responsável por 40% do mercado brasileiro de espumantes.
Eles possuem uma super estrutura para receber turista, com visitas guiadas, restaurante, qualidade no atendimento e tudo isso resulta em cerca de 90 mil pessoas que passam pela vinícola e saem satisfeitas.
O vinho que separei da Salton foi o Chardonnay - Virtude (cerca de R$50,00), um vinho que após 6 meses de madeira apresenta um corpo equilibrado e aromas mais complexos, fruta sim, mas com um pouco de amêndoa e manteiga. Na boca é equilibrado, encorpado e refrescante, perfeito para um momento entre amigos.
Depois fomos para a Cooperativa Vinícola Aurora, lá passeamos entre os vinhedos, conversamos bastante, aprendemos um pouco sobre harmonizações e degustamos diversos produtos. Seguindo a linha dos vinhos brancos, cito o Chardonnay deles (cerca de R$35,00). Lá, eles nos ofereceram a experiência de degustar duas safras, adoro essas mini verticais que nos ajudam a entender um pouco as diferenças em vinhos iguais.
O 2011 estava com um frescor e viscosidade bem ressaltados. Aromas de manteiga e amêndoas se sobressaíram. Na boca, um vinho que preencheria uma visita inesperada daquelas que tornam um final de tarde mais divertido. Já o 2012 se mostrou mais fresco, com mais frutas. Um equilíbrio admirável.
O porquê das diferenças? Calor, chuvas... tudo isso interfere no resultado de vinhos feitos a partir do mesmo processo e com as mesmas uvas.
Saindo de lá, fomos para a Vinícola Geisse, conhecemos a parte de produção e varejo, depois fomos para os vinhedos ver a paisagem, e por fim fomos para a casa da família, onde pudemos ver o entardecer, comer empanadas chilenas maravilhosas e degustar de espumantes entre amigos. Foi um momento mágico, parecia um verdadeiro comercial de margarina, onde a paz e a felicidade são as protagonistas.
Como lá não tem vinho branco tranquilo, escolhi um espumante maravilhoso: o Rosé Brut (cerca de R$70,00). Um espumante feito através do método tradicional, com perlage fino, disciplinado e lindo. Os aromas lembram um pouco de flores e na boca ele apresenta uma acidez equilibrada e um sabor contagiante. Esse é um dos meus preferidos com certeza.
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| Galera animada do Enotour .DOC com a família Geisse |
Depois disso, fomos para a comemoração dos 100 anos do espumante no Brasil, na Vinícola Peterlongo.
Após a festa, o jeito foi voltar pro hotel e tentar descansar um pouco, para no dia seguinte acordar com o despertador às 4h da manhã, subir as fotos e começar mais um dia igualmente perfeito.
Santé!
O Brasil sabe mesmo fazer espumante!
A minha viagem para o Vale dos Vinhedos para o 1º ENOTOUR .DOC vai render vários posts para o blog, afinal foram 15 vinícolas, algumas bastante especiais, por motivos pessoais ou "enomotivos", e estas terão ao longo do ano posts exclusivos com detalhes, mas resolvi fazer um resumão diário, até mesmo como forma de armazenar minhas emoções para depois poder reavivá-las sempre que quiser através da leitura.
Vamos então ao primeiro dia de viagem: 25 de setembro.
O Orestes, da .DOC, foi nos buscar no Salgado Filho, juntamos o grupo e partimos para o Vale dos Vinhedos, direto para o "Spa do Vinho", onde ficaríamos hospedados.
Fizemos o check in, deixamos as malas e começaram as degustações que só acabaram 80 horas depois. Cansei só de lembrar.
Na primeira degustação conhecemos melhor a história e os produtos de 4 vinícolas, representantes da Vallontano, Don Guerino, Aracuri e Adolfo Lona apresentaram seus vinhos. Neste dia, foquei nos espumantes, são eles os protagonistas do post de hoje.
O Brut Rosé da Don Guerino, feito com uvas 100% Malbec, estava fantástico. Além da cor, que me atraiu antes mesmo de chegar à taça, o espumante tinha uma acidez tranquila e equilibrada. Aromas de morango e um pouco de rosas me levaram a querer agilizar o primeiro gole e este não decepcionou, na boca a sensação de leveza e alegria toma conta da gente. O valor é bem realista (R$ 30,00) e com certeza, pode ser o escolhido para a noite de Reveillon.
Outro espumante que degustamos foi o Orus, do Adolfo Lona, algo perto do inacreditável. Feito com as uvas Pinot Noir, Chardonnay e Merlot ele tem o glamour que beira a exclusividade, são apenas 600 garrafas por ano. Cada uva, na minha opinião, é responsável por uma característica, a Pinot proporciona uma força delicada, a Chardonnay a sensação de frescor impressionante e a Merlot participa dando a cor rosada ao espumante. Ele é realmente incrível e pode ser a garrafa ideal para abrir na hora da virada, para o primeiro brinde do ano.
Depois fomos à uma degustação bem especial, na vinícola Garibaldi, cooperativa com 327 famílias envolvidas. Para mim ela é especial porque, no ano em que morei lá, passei diversos domingos passeando e degustando no varejo da Vinícola, que ficava há poucas quadras da minha casa.
Lá experimentamos a linha Acordes, que será lançada em breve, vinhos ainda sem rótulos, mas repletos de personalidade e sensações. A cada taça uma música diferente: clássicas, rock, nacionais... Mas o que fez a diferença mesmo, foi envolver mais um sentido para assim poder viver cada gole por completo.

Degustamos um Chardonnay, um merlot e um espumante, seguindo a mesma linha vou destacar o espumante, que é feito com 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir. Perlage fino e elegante, com fruta na medida certa e aquela sensação do brut estava espetacular, dando um toque de delicadeza ao primeiro gole.
Depois da degustação a Garibaldi nos ofereceu um jantar harmonizado perfeito no qual o grupo se entrosou e as amizades começaram a desabrochar.
Santé!
Vamos então ao primeiro dia de viagem: 25 de setembro.
O Orestes, da .DOC, foi nos buscar no Salgado Filho, juntamos o grupo e partimos para o Vale dos Vinhedos, direto para o "Spa do Vinho", onde ficaríamos hospedados.
Fizemos o check in, deixamos as malas e começaram as degustações que só acabaram 80 horas depois. Cansei só de lembrar.
Na primeira degustação conhecemos melhor a história e os produtos de 4 vinícolas, representantes da Vallontano, Don Guerino, Aracuri e Adolfo Lona apresentaram seus vinhos. Neste dia, foquei nos espumantes, são eles os protagonistas do post de hoje.
O Brut Rosé da Don Guerino, feito com uvas 100% Malbec, estava fantástico. Além da cor, que me atraiu antes mesmo de chegar à taça, o espumante tinha uma acidez tranquila e equilibrada. Aromas de morango e um pouco de rosas me levaram a querer agilizar o primeiro gole e este não decepcionou, na boca a sensação de leveza e alegria toma conta da gente. O valor é bem realista (R$ 30,00) e com certeza, pode ser o escolhido para a noite de Reveillon.
Outro espumante que degustamos foi o Orus, do Adolfo Lona, algo perto do inacreditável. Feito com as uvas Pinot Noir, Chardonnay e Merlot ele tem o glamour que beira a exclusividade, são apenas 600 garrafas por ano. Cada uva, na minha opinião, é responsável por uma característica, a Pinot proporciona uma força delicada, a Chardonnay a sensação de frescor impressionante e a Merlot participa dando a cor rosada ao espumante. Ele é realmente incrível e pode ser a garrafa ideal para abrir na hora da virada, para o primeiro brinde do ano.
Depois fomos à uma degustação bem especial, na vinícola Garibaldi, cooperativa com 327 famílias envolvidas. Para mim ela é especial porque, no ano em que morei lá, passei diversos domingos passeando e degustando no varejo da Vinícola, que ficava há poucas quadras da minha casa.
Lá experimentamos a linha Acordes, que será lançada em breve, vinhos ainda sem rótulos, mas repletos de personalidade e sensações. A cada taça uma música diferente: clássicas, rock, nacionais... Mas o que fez a diferença mesmo, foi envolver mais um sentido para assim poder viver cada gole por completo.

Degustamos um Chardonnay, um merlot e um espumante, seguindo a mesma linha vou destacar o espumante, que é feito com 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir. Perlage fino e elegante, com fruta na medida certa e aquela sensação do brut estava espetacular, dando um toque de delicadeza ao primeiro gole.
Depois da degustação a Garibaldi nos ofereceu um jantar harmonizado perfeito no qual o grupo se entrosou e as amizades começaram a desabrochar.
Santé!
Depois de anos, finalmente conheci a Perini!
Faz muito tempo que eu falo da vinícola Perini aqui no Château, mas, acreditem se quiserem, eu não conhecia a estrutura deles até participar do 1º Enotour .DOC.
Foi super legal, algo do tipo apimentar um pouco mais a minha admiração pela vinícola. Eu me senti em casa.
Lá o Enólogo, Leandro Santini, nos conduziu numa visita guiada e pudemos degustar vinhos em diversos estágios de fermentação, com isso consegui entender melhor o processo que até então só conhecia na teoria. O mais legal foi quando Leandro nos deu para experimentar um Merlot direto da barrica, nossa, foi incrível. O sabor e o aroma pareciam mais intensos, pode ter sido psicológico, ou simplesmente a energia de dividir com o "pai" do vinho o prazer de prová-lo direto da fonte, fez do momento especial.
Depois, ainda tivemos uma degustação orientada e um jantar incrível.
Na degustação eles nos ofereceram 6 vinhos, eu já conhecia todos e não preciso nem falar qual foi o meu preferido, né?! O Qu4tro, lógico!
No jantar provamos novidades que ainda estão em andamento e que terei o maior prazer de divulgar quando for lançada. Coragem mostrar para um "bando" de jornalistas um segredo desses, mas somos todos de confiança e segredo é segredo.
Mas sabe o que eu tenho curiosidade mesmo? Provar novamente, depois de tanto aprendizado que a vida me proporcionou, o bom e velho Jota Pe... vinho de garrafão que regou muitos churrascos da gurizada na minha adolescência. Perfeito para perceber a evolução do meu paladar, mas tenho certeza que as alegrias que ele presenciou jamais se apagarão da minha memória.
Santé!
Foi super legal, algo do tipo apimentar um pouco mais a minha admiração pela vinícola. Eu me senti em casa.
Depois, ainda tivemos uma degustação orientada e um jantar incrível.
Na degustação eles nos ofereceram 6 vinhos, eu já conhecia todos e não preciso nem falar qual foi o meu preferido, né?! O Qu4tro, lógico!
No jantar provamos novidades que ainda estão em andamento e que terei o maior prazer de divulgar quando for lançada. Coragem mostrar para um "bando" de jornalistas um segredo desses, mas somos todos de confiança e segredo é segredo.
Mas sabe o que eu tenho curiosidade mesmo? Provar novamente, depois de tanto aprendizado que a vida me proporcionou, o bom e velho Jota Pe... vinho de garrafão que regou muitos churrascos da gurizada na minha adolescência. Perfeito para perceber a evolução do meu paladar, mas tenho certeza que as alegrias que ele presenciou jamais se apagarão da minha memória.
Santé!
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