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Novas versões de caipirinhas bem brasileiras!

Um amigo postou sobre a importância de divulgar os "Vinhos do Brasil", eu sempre fui desta turma, que busca, não somente fomentar o consumo de vinhos no Brasil, mas também aumentar o consumo dos produtos nacionais.
Este mesmo amigo disse que viu num restaurante "Caipirinhas de vinho e espumante", só que as bebidas utilizadas eram do Chile. Agora me fala, se caipirinha é super brasileira, porque não utilizar os vinhos brasileiros?
Essa semana foi a semana das Caipirinhas aqui no Château.




Resolvi fazer uma caipirinha de Kiwi com vinho. Na verdade, ganhei um vinho, do interior de São Paulo, de uma amiga, segundo ela um "suquinho". Verdade, provei e o vinho é pura uva. Uvas americanas têm essa característica, de vinho docinho. Quando provei percebi que ficaria perfeito em um drink, pois o açúcar se tornaria dispensável.

Então:
- 1 kiwi
- duas doses de vinho branco suave 
- duas doses de água
- gelo
Foi isso, amacei o kiwi e misturei com o resto todo na coqueteleira. Simples assim!
A Caipirinha ficou super levinha, gostosa e fácil de tomar.



No outro dia resolvi fazer outra versão. Caipirinha de Limão Siciliano com espumante, da vinícola Hermann, de Santa Catarina. 
Ficou super gostosa.

Usei:
- 1/2 limão siciliano
- 1 dose de cachaça (não entendo de cachaça, coloquei a única que tinha no mercadinho aqui da esquina)
- 2 pacotinhos de adoçante
- gelo
- espumante

Fiz a caipirinha normal e depois completei com o espumante. É importante não colocar o espumante na coqueteleira, por causa do perlage.
Ficou um espetáculo! Refrescante e saboroso.

Agora cabe lembrar: é preciso ter cuidado com toda bebida doce. O álcool fica camuflado, mas ele está lá!
Santé!

Cachaças para variar sua festa de fim de ano!

O Château realmente é um blog de vinho, mas as vezes acontece de eu ter alguma coisa diferente para escrever como hoje, que o post é sobre cachaça. Não que eu seja apaixonada por este destilado, pelo contrário, além de não entender nada do assunto, também não tenho ele como parte da minha rotina. Mas uma bebida com tantos fãs espalhados pelo mundo, não pode ficar esquecida no Château. 




Apesar de ter conhecidos que adoram uma cachaça de qualidade, e sabem degustar com classe, eu assumo que qualquer destilado na minha vida precisa estar misturado com alguma coisa. Por isso, um drink vai muito bem de vez em quando e nada melhor que uma boa cachaça para dar aquele toque brasileiro a uma bebida com tantas cores, como nosso país.




Você pode escolher o seu drink pela fruta, pelo sabor, pela cor, ou simplesmente por tendências. Eu fui no evento de aniversário da cachaça Batista. Lá experimentei a caipirinha de cajú, a clássica de frutas vermelhas e um drink super diferente, que eu não faço a menor idéia do que era, mas que estava bem gostoso.




A cachaça Batista se preocupa com a qualidade na produção e por isso o resultado é bem diferenciado. 
Estou na fase de descobrir que as coisas podem ser super gostosas desde que saibamos a maneira correta de consumi-las, isso sem falar na marca certa.



Parabéns ao pessoal da Cachaça Batista, não só pelo produto, mas pela data tão importante.
Pensando bem, esse ano vou fazer uns drinks diferentes para o Reveillon, e ainda vou aproveitar o recesso de fim de ano para experimentar umas misturas novas que com certeza no cenário de praia terão um sabor todo especial. Férias de trabalho, férias de vinho todos os dias.
Santé!

Cachaça para momentos especiais!

Estamos em pleno feriado de carnaval. Se este ano o vinho está em alta no carnaval de São Paulo, no restante do país isso não é o habitual, aliás nem na capital paulistana essa é a bebida mais consumida nessa época do ano. 
Cerveja? Pode ser, grandes cervejarias patrocinam o carnaval pelo Brasil, mas depois de viver o carnaval dos blocos de rua entendi que a cachaça ainda é a bebida popular para a folia. Afinal, estamos no país da caipirinha.




Ai pensei, como escrever sobre isso, difícil, pois estou vivendo num mundo diferente este ano, mas ai me lembrei da minha visita a Cachaçaria Weber Haus, no Rio Grande do Sul, na época escrevi sobre "A água que passarinho não bebe". Mas naquela oportunidade fiquei sabendo, em sigilo, de um super evento que aconteceria em janeiro por lá. Esqueci do assunto, mas felizmente o recuperei no meu HD orgânico (minha super cabeça esquecida). 
Enfim, deixa eu explicar a super ideia que Evandro Weber teve com sua família, proprietária da Weber Haus. 




Eles têm pipas de madeira com cachaça há 12 ano, evoluindo... A ideia foi genial, eles convidaram grande nomes ligados a cachaça no Brasil para fazer um Blend perfeito, que será produzido, em pequena escala, e comercializado por preços que vão de R$701,00 à 2.699,00, valor que cresce de acordo com o número da garrafa no lote de 2 mil unidades.




Dentre os 20 convidados que elaboraram o "Lote 48" estão, Manoel Beato, sommelier do grupo Fasano, e Leandro Batista, sommelier de cachaças do restaurante Mocotó, cada participante recebeu uma garrafa do Blend numerada como 0000, um presente para degustar aos poucos, em momentos especiais.
Espero um dia ter o prazer de dar uma "bicada" neste nectar, pois o aroma que senti no "blend" feito pelo Evandro, com um pouco de cada pipa, foi algo pra ficar na vontade mesmo.
Fato... essa não é a cachaça do carnaval brasileiro, e seria um pecado usá-la para caipirinha, mas lá mesmo, na Weber Haus, tem produtos próprios para este consumo.





Santé!

Água que passarinho não bebe!

Na minha última viagem ao Rio Grande do Sul, tive a oportunidade de conhecer uma cachaçaria tradicional, que fica na cidade de Ivoti.




A Weber Haus é uma empresa com 65 anos de história, uma empresa familiar que, apesar de ter crescido muito, continua até hoje com os mesmos valores de família e qualidade.





Agora, que me desculpem meus amigos mineiros, mas esta foi a melhor cachaça que já provei. Quem sabe com esta declaração eles não trazem alguma especial para resgatar a fama de Minas Gerais comigo?





Se no tempo dos escravos ela servia como alimento, hoje ela pode ser útil para abrir o paladar, ou, simplesmente, para ser bebida, COM MODERAÇÃO, entre amigos. Curiosidade que aprendi com Evandro Weber, diretor executivo da empresa: um gole de cachaça antes de um copo de cerveja pode transformá-lo em algo mais saboroso.



Evandro Weber

Até lembrei das caipicervas, da Cachaçaria Água Doce, que tomava na época em que trabalhava em Porto Alegre. Só o "copão" já animava. Acho até que vou marcar para matar a saudade, na filial de São Paulo, para ver como fica com outra cerveja que não seja a nossa Polar. Só não posso esquecer de levar um motorista da rodada ou... ir de táxi.





O que a cachaça tem a ver com vinho? Os barris e a quantidade de apreciadores especializados e com paladar apurados... só! 





Mas depois de escrever sobre água, porque não sobre água que passarinho não bebe!?

Santé!