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Sauvignon Blanc, da Nova Zelândia


Eu tinha feito um post falando de uns vinhos, Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, porque tinha visto num site National Wine Day, que no dia 24 de abril era comemorado o dia desta uva. No entanto, logo após recebi um convite para ir no consulado da New Zealand, em São Paulo, para um evento de comemoração desta mesma data, que é comemorada pelos Neozelandeses no dia 6 de maio.

Vinhos Neozelandeses mais baratos no Brasil

Toda viagem é inesquecível, umas por causa dos fatos ocorridos, outras porque simplesmente são PERFEITAS. 
A minha viagem para New Zealand foi incrível, não canso de falar e reviver minhas recordações. Fui para lá com o intuito de estudar inglês e velejar. Foi exatamente o que eu fiz, só que com um plus a mais, o beneficio de ter estado na casa de uma família que adorava vinhos. Cada dia era um novo motivo para sorrir. Vivi um sonho, o sonho de brincar de ser adolescente de novo, lá eu não tinha nenhuma preocupação. Acordava, ia para aula, depois velejar e acabava o dia com um jantar harmonizado com minha host family. 


Cada vez que degusto um vinho da Nova Zelândia é um mergulho nessas memórias, o único problema é o valor dos vinhos neozelandeses no Brasil. Mas isto parece estar mudando. A importadora New World Wine em conjunto com a Vinhos Online estão comercializando vinhos da New Zealand com preços muito justos. Adorei!

Separei 3 vinhos, um de cada uma das 3 vinícola que foram apresentadas para jornalistas e formadores de opinião, no consulado da Nova Zelândia no Brasil. Escolhi um vinho de cada uva das 3 mais tradicionais do país, elas retratam perfeitamente o mundo do vinho por lá.

O Pania Sauvignon Blanc, é um vinho bem saboroso, é aromático com destaque para o clássico aspargo e um toque cítrico. Na boca é refrescante, com acidez incrível e muito sabor. O melhor de tudo o preço, o valor no Brasil está em torno de R$65,00. Super vale a pena. Este verão que me aguarde.


Já o Pinot Gris, da Vinícola Ara, é uma gostosura. Isso porque ele está bem redondinho e representa o que há de melhor para o paladar brasileiro. Uma explosão de frutas tropicais, com destaque para pera. Na boca se mostrou redondo e equilibrado, daqueles que enche a boca com suavidade e perfeição. O preço? Ele está custando, no Brasil, cerca de R$ 75,00, também vale cada centavo.


Por último, o clássico Pinot Noir. Além de ser a minha uva preferida, é com certeza a uva tinta da Nova Zelândia. O Jules Taylor Wines Pinto Noir 2013 é um vinho aromático, com tudo que um Pinot precisa ter. Frutas vermelhas no aroma, com um toque de menta. Na boca se mostrou equilibrado, com uma complexidade contagiante, daquelas que nos faz pensar entre um gole e outro. Além disso, apresenta taninos macios, que são um verdadeiro carinho. Pura elegância. Este é um pouco mais caro, mas ainda está bem abaixo dos preços dos vinhos neozelandeses que estamos acostumados por aqui, cerca de R$110,00. Perfeito, ainda mais por ser um Pinot Noir.


Para terminar queria desejar para todos "Good Luck", afinal se o povo Maori acredita que a boa sorte é uma questão de pensamento positivo, porque eu não acreditaria. 

Jane e o Good Luck Maori
Santé!

Vinhos com custo x benefício e qualidade!

Para o povo que mora em São Paulo, vale a pena se avivar. Esse monte de feiras de vinhos também são destinadas ao consumidor final. Claro que não são de graça, mas lá dentro tens acesso a vários vinhos incríveis o que facilmente compensa o investimento. Além, é claro, do fato de que conhecerás vinhos diferentes e de qualidade, com a vantagem de ter alguém que conhece sobre o rótulo, dando explicações para cada gole, ou seja, estas ocasiões acabam sendo um grande aprendizado.
Nos dias 20 e 21/05, aconteceu em São Paulo a Grand Tasting, da importadora Grand Cru, no Nacional Club do Pacaembu.
O evento foi bem legal, achei voltado à maioria dos consumidores de vinhos do Brasil, aqueles que gostam de degustar, mas que não tem dinheiro de sobra para investir, ou seja, acabam consumindo vinhos em torno de R$40,00 à R$100,00. Claro que haviam rótulos mais caros, assim como haviam os mais baratos, mas a grande maioria estava nesta faixa de preço o que, coincidentemente, é a minha realidade.
Meus escolhidos não estão 100% nesta faixa de preço, mas os três foram bastante especiais para mim.




O Saint Clair Vicar's Choice Pinot Noir 2011, estava incrível. Especial no aroma, no sabor e na apresentação. Equilibrado, frutado e Neozelandês, ou seja, não tinha como ficar de fora.

Custa R$95,00, para o consumidor final.




O Mancura Etnia Sauvignon Blanc 2013, me surpreendeu, certamente será o meu vinho no verão de 2014. Era o vinho mais barato de toda a feira, R$24,00 e, sinceramente, um Sauvignon Blanc Clássico, que não deixa a desejar.





O último é fora da minha realidade, mas vale a pena citar, um champagne incrível. O Gosset Grand Rosé Brut 95 é daquela cor de Provence, super aromático, frenético, encantador, daqueles que dá vontade de jogar na loteria... e ganhar, pois custa R$373,00.


Mas a Grand Cru não se preocupou apenas em receber bem, com rótulos incríveis, para mim o grande carinho foi o show de música ambiente que descontraiu o galera e proporcionou momentos de lazer para as pessoas que vivem na correria do trabalho e no stress do trâ
nsito de São Paulo.




Bons vinhos, boa música, um lugar bonito e, o melhor de tudo, pra mim, perto de casa. Perfeito, uma ótima forma de começar a semana!

Informe-se, pergunte na sua importadora preferida e programe-se. Tenho certeza que vai valer a pena. Ah! E mesmo para quem não mora em São Paulo, pesquise sobre o assunto, pois as importadoras também oferecem este tipo de oportunidade, para o cliente conhecer rótulos novos, em diversas capitais do Brasil.
Santé!

A Vinci nos leva para viajar pelo mundo!

Continuando a série "viajando pelo mundo sem carimbar o passaporte" segue mais um post sobre eventos de vinhos.




A Vini Vinci organizou uma feira muito legal. Legal, porque acredito que conhecer um vinho antes de comprá-lo é uma forma de investir com segurança. Eu não gosto de adquirir nada às cegas, a possibilidade de colocar dinheiro fora me tira o sono. Então, nada melhor que provar antes e, assim, ter certeza de estar levando para casa algo que realmente agrada o meu paladar.


Jose Luis Cornejo

Quarta-feira passada estive na Alemanhã, Italia, França, Nova Zelandia, Espanha e Uruguai. Bebi vinhos realmente incríveis, com a oportunidade de experimentá-los ouvindo as explicações dos produtores, e nada melhor que uma pessoa da vinícola para passar o que realmente importa em cada garrafa.
Eu escolhi quatro para citar, por razões diferentes, ou seja, não é ranking.



O primeiro, em homenagem a minha amiga Evelyn Fligeri, do blog Taças e Rolhas, que não pôde me fazer companhia. O Wehlener Sonnenuhr Selbach-Oster Riesling Auslese 2003 é um vinho bem diferente do que eu já havia experimentado, acredito que ficaria uma delícia com uma comida bem apimentada, ou então com a sobremesa mesmo, um vinho para se deliciar naquela conversa pós almoço com os amigos.



O outro vinho que escolhi foi o Viña Tondonia Gran reserva 1994, um vinho super equilibrado, completo. Caro, é verdade, mas, se eu tivesse dinheiro sobrando, certamente compraria pelo simples fato de ser de um ano especial para mim, e qual a graça maior em se tomar vinhos antigos? Para mim é isso, relembrar momentos especiais da nossa história e brindar a felicidade que construímos a partir dos mesmos.




O terceiro vinho que escolhi é foi o Chemin de Moscou 2009. Primeiro porque adorei o rótulo simples e em segundo lugar porque adorei o conteúdo. Um vinho macio, daqueles que costumo dizer que são um carinho... complexo e elegante, perfeito!




E por último, a escolha do coração... o Oyster Bay Pinot Noir 2010. Um vinho que atiçou ainda mais a vontade de voltar a Nova Zelândia para experimentar os Pinots que não experimentei.
Enfim, o evento foi bem legal, ainda contei com a companhia do meu professor preferido, Déco Rossi, sigo aprendendo... thanks!
Santé!

Férias da vida de adulta!

Eu já escrevi sobre a minha viagem a Nova Zelândia aqui no blog, mas toda vez que vejo uma garrafa de vinho neozelandês, me recordo daqueles dias que na verdade foram férias da vida de adulto, simplesmente tudo de bom!




Essa semana tomei, mais uma vez, o Pinot Noir Greywacke, um clássico Pinot, perfeito para qualquer dia, seja para comemorar algo de bom, seja para curtir aquele momento comigo mesma sem me preocupar com os outros, sentimento que experimentei de forma mais pura e verdadeira todos os dias que estive naquele país.




Velejar e aprender inglês foram meus dois focos principais da viagem, mas como eu já gostava de vinho, foquei também nos Sauvignon Blancs da Nova Zelândia e nos tintos australianos, já que a família da minha host family era da Austrália. Enfim, tudo isso para dizer que perdi de tomar os Pinot Noir de lá in loco, mas ainda volto, não apenas para curtir os vinhos, como também para rever as pessoas que fizeram parte da minha vida por tão pouco tempo, mas que nunca sairão da minha memória.




O pinot Greywacke é leve e saboroso como tirar férias dessa vida de adulto e esquecer os problemas do dia a dia.
Então, quando eu entregar o meu Imposto de Renda, pode ter certeza, abrirei uma garrafa dessas para fazer um brinde comigo mesma e comemorar que aproveitei cada dia da minha infância e adolescência da melhor forma possível.
Santé!

A brincadeira está virando coisa séria!

Pois é, a ideia é sempre falar do que o vinho pode trazer de bom pra vida da gente. Por isso, não me sinto mal em escrever novamente sobre água, afinal esse novo hobby surgiu em função da minha paixão pelo vinho.
Nosso grupo está se aperfeiçoando em degustar água. Agora temos um ficha super bem elaborada, com diversas explicações do que podemos, ou não, encontrar numa água de qualidade. Para ser sincera, ainda estou muito confusa. Sentir o bicarbonato, o sal, o magnésio até é fácil, mas avaliar o quanto isso me agrada, ainda está bem difícil... Tenho usado a minha teoria básica, que sempre funciona: O que eu gosto, eu gosto. O que não gosto não gosto, e PONTO.




Desta vez, estávamos em 8 degustadores, e tivemos o prazer e a diversão de analisar 10 águas, 5 com gás e 5 sem gás.
As vencedoras foram:



Evian e Cambuquira
Mas o mais legal de tudo é que estamos descobrindo um novo mundo. Tínhamos até água sem importador no Brasil... Cortesia dos nossos amigos que viajaram para a Europa no final do ano e se deram o trabalho de carregar uma garrafa para contribuir com nosso novo foco de degustação.




Aproveito para agradecer a equipe do Bardega, que nos ajudou no serviço às cegas e nos recebeu da melhor maneira possível...


Meu escolhido da noite!
Viu, está tudo explicado, a gente sempre acaba fazendo um brinde com um belo vinho, como estávamos no bar, o brinde foi com vários belos vinhos. Sugiro mais um brinde para o bar que nos possibilita um brinde diversificado desses!

Esta semana encerro sem brinde!
:(

Nova Zelândia: mais que bons vinhos, uma bela experiência!

Estava vasculhando meu HD externo e entre muitas fotos estavam as da minha viagem a New Zealand.




Não entendo como ainda não havia pensado em escrever sobre as incríveis vinícolas daquela terra encantadora, de natureza invejável.
Não tive o prazer de conhecer as grandes vinícolas da Ilha Sul, isso porque na época, apesar de já gostar muito de vinhos, este não era o foco da minha viagem, mas nas de Auckland, lógico que não resisti e dei um pulo em Waiheke Island para conhecer e degustar alguns vinhos. Uma beleza que guardo na memória e jamais vou esquecer.




Eu vivo dizendo que Deus deve me amar muito para colocar tantas pessoas especiais no meu caminho. Minha host family, era especial por vários motivos, um deles era o fato de eles serem tão apaixonados por vinho quanto eu. Inclusive, eles casaram numa bela vinícola, na época em que não era moda fazê-lo.




O forte da Nova Zelândia é o Sauvignon Blanc e o Pinot Noir. Preciso dizer, até hoje o aroma do Sauvignon Blanc para mim é de saudade, alegria e realização.
Já o meu amor pelo Pinot Noir surgiu bem depois disso, e este é um dos motivos pelos quais eu preciso voltar à Oceania, degustar várias garrafas ao lado de pessoas especiais.




Só mais uma coisa, chega ser engraçado ver meus cartões de despedida e ler sobre vinhos em 80% deles.




Saudade de uma época em que brinquei de ser adolescente, na qual minha maior preocupação era velejar e brindar com minha host family.
Santé!