Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens

Marques de Casa Concha: 40 anos

Muita gente vai passear no Chile e acaba indo conhecer a Vinícola Concha y Toro, isso porque, a meu ver, ela é uma das grandes responsáveis pelo aumento do consumo do vinho no Brasil. As pessoas podem até começar tomando o Reservado da Concha Y Toro, mas acabam gostando da experiência e desenvolvem seu paladar para vinhos mais elaborados. 



Pérez Cruz


Tem vinhos que eu costumo dizer que tem aroma e sabor de "vinho". Parece brincadeira, e muito pegadinha, mas para mim Carménère Chileno tem mesmo cheiro e gosto de vinho.

Casa Flora, uma importadora com clima de família.


Sabe aquela comidinha preparada com carinho quando vamos visitar nossos avós? Foi este o tempero que senti no almoço que fui no CT Casa Flora, aqui em São Paulo, para conhecer o portfólio deles. Fiquei impressionada com a preocupação que o pessoal tem com os produtos e com o carinho dos funcionários pelas marcas. Um carinho que só é possível, por eles acreditarem na qualidade das marcas que oferecem.

Confraria da Terapia


Porque melhor que beber um bom vinho é poder fazê-lo ao lado de pessoas especiais. Toda confraria precisa de um nome. Claro que nem sempre a criatividade ajuda, tanto que a minha turma do vinho tem uma que se chama "Confraria sem nome". Mesmo assim é um nome, não é?! Há dois meses, finalmente, conseguimos começar a nossa confraria de mulheres da mesma turma. O nome? Bom foi bem mais fácil "Confraria da Terapia". E é bem isso, poder conversar sobre o que for preciso, com amigas que sabemos que estão dispostas a ouvir, aconselhar, sorrir e chorar. 

Kalfu: vinhos jovens e vivos


Quando pensamos em vinhos, pensamos logo em status, glamour e tradição, mas tem muita vinícola tentando tornar o vinho uma bebida mais leve e descontraída. O que não quer dizer que seja sinônimo de vinho simples e baratos. Não! Vinho descontraído é vinho jovial, alegre, mas acima de tudo, de qualidade.

Viña Ventisquero revelando um Chile incrível


Quando me mudei para Porto Alegre, em 2003, eu amava Carménère chileno, era o meu "queridinho". Toda vez que ia ao Uruguai, na volta comprava caixas e caixas no freeshop para guardar na minha adega, que na verdade era a parte de baixo do guarda-roupa. Isso não é mais a minha realidade, aliás hoje moro em São Paulo, tenho uma adega de verdade e nunca compro caixas e caixas do mesmo vinho. Isso porque percebi que experimentar coisas novas me traz alegria.

Wines of Chile em São Paulo


Esta semana aconteceu em São Paulo, no hotel Unique, o evento da Wines of Chile no Brasil. O nosso país é super importante para o setor vitivinícola do Chile. Desde 2002 eles lideram a lista dos países de quem importamos vinhos, cerca de 45% da nossa importação vem só do Chile. É muita coisa! 
Eu costumo dizer que, para o paladar do Brasileiro, vinho chileno tem aromas e sabores de vinho, ou seja, por ser o nosso habitual, acaba sendo o que temos como referência. 



Mas o mais legal de ter ido neste evento foi poder participar da MasterClass, que focou em mostrar as inovações com uvas antigas e menos comuns, dentre elas, Sauvignon Gris, Pedro Ximénez, Moscatel, Corinto, Verdejo, Cinsault, Pais, Carignan, Grenache, Mourvèdre e Marsanne. Muitas delas você nunca deve ter ouvido falar, mas isso é o bacana, preste atenção nessas uvas e quando passar por uma garrafa, aproveite para experimentar. 
Degustamos 10 vinhos, 5 tintos e 5 brancos. Escolhi um de cada para dar mais detalhes.



Dos brancos escolhi o Gallardia Blanco 2014. O vinho é um corte de 70% Moscatel e 30% Corinto. Apresenta aromas incrivelmente perfumado com base em flores e um leve toque adocicado. Na boca é fresco e com uma boa acidez. Além disso, apresenta um volume de boca expressivo, característica que vem da Corinto.



Dos tintos escolhi o Éclat 2009 da Valdivieso. O vinho é um corte de 65% Caragnan e 35% Mourvèdre que passa 12 meses em barricas de carvalho francês. Ele apresentou aromas florais e de frutas vermelhas, além de um leve toque de especiarias. Na boca, reafirma a fruta vermelha e se mostra puro equilíbrio. Tanino presente e macio, acidez na medida certa e um final de boca saboroso. Gostei bastante.

Enfim, o mais legal de falar de uvas diferentes é tentar mostrar para o consumidor brasileiro que não podemos ficar na zona de conforto, o mundo tem muito a nos oferecer, precisamos arriscar e experimentar coisas novas.
Santé!

Clos des Fous


Eu estava há tempos querendo escrever sobre dois vinhos que eu provei e gostei muito, só que os dias vão passando e as coisas acontecendo e acabei não conseguindo parar para fazê-lo.
Foi bom, pois semana passada pude provar mais alguns rótulos do mesmo produtor, que agora está sendo trazido para o Brasil pela World Wine.
O produtor Clos des Fous surgiu em 2008 numa parceria de 4 amigos no Chile. De lá para cá os vinhos ganharam rótulos bacanas e personalidade própria.

Pinot Noir - Viña Ventisquero - um para cada ocasião.

Quando comecei a escrever sobre vinho, comecei escrevendo sobre o que eu gosto e para mim. Claro que amigos e leitores do bem são sempre bem vindos, mas preciso admitir que mesmo depois de 4 anos continuo escrevendo para mim!
Este mês faz 4 anos que virei blogueira, o Château de Jane só nasceu em agosto, mas o meu "start" com blog foi em maio. Para comemorar resolvi fazer um post com dois assuntos que gosto muito. Um é a Viña Ventisquero, vinícola que desde o início me apoiou e que já postei muito nesses quatro anos.

Vinhos na bagagem


Fui viajar para o Sul, era aniversário da minha mãe, afinal estar com a família é sempre o maior presente, tanto para ela quanto para mim.

Sempre que vou para o Sul levo uns vinhos legais para poder abrir com meus pais, pois é muito bom beber vinhos especiais com pessoas importantes para a gente.
Escolhi 3 garrafas, pois como só ia passar o fim de semana não precisava levar uma caixa, pois em vôos nacionais a gente pode carregar até 6 garrafas de 750 ml de vinhos sem despachar. 
Bom, voltando aos escolhidos.

12º Annual Wines of Chile Awards

Aconteceu em São Paulo, pela primeira vez fora do Chile, o 12º Annual Wines of Chile Awards. O evento tem o objetivo de premiar os melhores vinhos chilenos em 15 categorias, afim de orientar o mercado na escolha do que o Chile vem produzindo de melhor.




Hoje, metade dos vinhos importados pelo Brasil são Chilenos e nós representamos o 5º país que mais importa seus vinhos. 
A diversidade de terroir que encontramos no Chile lhes concede a capacidade de produzir tanto vinhos tradicionais quanto diferentes e modernos, tudo isso sem perder a qualidade.
O Chile hoje, segundo Claudio Cilveti, diretor da Wines of Chile, é o 1º país em números de exportação do novo mundo, superando inclusive a Australia. 
Os vencedores da noite foram:



Sparkling Wine
Brut Nature/Viña Morandé
Sauvignon Blanc
Specialties Sauvignon Blanc Ocean Side 2014/Santa Carolina
Chardonnay
Tarapacá Gran Reserva Chardonnay/Viña Tarapacá
Other Withes
Single Vineyard Neblina Riesling 2011/Leyda
Late Harvest
Erasmo Late Harvest Torontel 2009/Erasmo
Rosé
Gallardía del Itata Cinsault 2014/De Martino
Pinot Noir
Pinot Noir Reserva 2013/Falernia
Carmenere
Carmenere Reserva 2013 Pedriscal Vineyard/Falernia
Syrah
Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque
Cabernet Sauvignon
Gran Terroir de los Andes - Los Lingues Cabernet Sauvignon 2012/Casa Silva
Other Reds
Tama Vineyard Selection Carignan 2013/Viña Anakena
Blends
5 Cepas 2013/Casa Silva
Premium White
Amelia 2013/Concha y Toro
Premium Red
Armida 2009/De Martino


Best in the Show
Syrah Gran Reserva 2012/Viña Casas del Bosque

Eu, a minha amiga Evelyn e 3 enólogos vencedores: Mario Geisse, Pablo Morandé e Marcelo Retamal
No eventos estavam diversos convidados especiais, enólogos e jornalistas do mundo do vinho, eu, claro, aproveitar para fazer a minha "tietagem".
Santé!

Festival do Vinho Sul-Americano

No Brasil, tanto para os consumidores que gostam de vinho há algum tempo, quanto para os que estão começando, os melhores vinhos custo benefício acabam sempre sendo do Mercosul. Seja por incentivos, seja pela proximidade, seja porque realmente apreciam. O fato é que Chile, Argentina, Uruguai e Brasil dominam grande parte das adegas dos brasileiros.




A SBAV-SP (Associação Brasileira dos Amigos do Vinho de São Paulo) está organizando o "Festival do Vinho Sul-Americano" que dará a oportunidade do consumidor comprar rótulos depois de conhecê-los. Achei o máximo, pois descobrir a diversidade que estes quatro países tão próximos podem oferecer é um dos caminhos para desenvolver a cultura do vinho no país.




O evento acontecerá no Hotel Golden Tulip Paulista, em São Paulo, no dia 03 de outubro, das 16h às 21h. 
O valor do ingresso é R$30,00 para associados da SBAV e R$50,00 para público geral. 
Eu vou certo, dar uma passada para conferir o que cada país tem de melhor.
Santé!

Sauvignon Blanc e Pinot Noir: uva que eu amo!

Para nós brasileiros irmos à Nova Zelândia, temos que escolher entre fazer escala no Chile ou na Argentina... Ta mas e o que isso tem haver? Nada! Ou quase nada, afinal as uvas ícones da New Zealand são Pinot Noir e Sauvignon Blanc.
Eu amo a Nova Zelândia, não apenas pelo país que é e pelos vinhos que têm, mas pelas recordações que tenho de lá. As vezes me pergunto o tamanho que não está a pequena Jordan que tinha 2 aninhos quando estive por lá...
Pois bem o assunto hoje é: Sauvignon Blanc e Pinot Noir só que do Chile. Só eu mesmo, eu sei, mas foi o jeito que encontrei de ter um objetivo no evento da Wines of Chile, afinal numa feira a gente precisa ter foco, se não acaba se perdendo no meio de tantos rótulos e estilos.
Vamos lá, provei várias coisas bem interessantes, mas escolhi dois de cada para falar aqui no blog.


O Cono Sur Single Vineyard Pinot Noir, é um vinho que se apresenta bem frutado no nariz, mas com um toque de café que lhe concede um pouco de complexidade, sem perder as características que busco num Pinot Noir. Na boca é delicado e equilibrado, com a intensidade esperada a partir do nariz. Eu gostei bastante. Provei um outro também da Cono Sur incrível, mas optei por este por ser um vinho mais custo benefício. 
Valor dele no Brasil: R$ 78,00.



Um vinho com bastante fruta, ele nos traz uma mistura de sensações no nariz, frutas cítricas e tropicais em plena harmonia, com o toque verde que não pode faltar num Sauvignon Blanc. Na boca é fresco e equilibrado, com uma acidez incrível e a fruta necessária para contrabalancear e deixá-lo elegante. 
Um vinho que custa em torno de R$50,00 e vale cada centavo.



Um Pinot um pouco diferente do que se espera, mais intenso, com bastante framboesa, mas já apresentando um toque de frutas negras e especiarias. Na boca é equilibrado e intenso, mas sem perder a suavidade que se espera de um Pinot. O preço já o coloca na minha categoria de um vinho que precisa de um motivo para ser aberto. Gosto muito, principalmente de ter bons motivos que me façam escolher rótulos como este na adega. 
O vinho custa cerca de R$97,77.



O clássico Sauvignon Blanc. Na verdade quando eu compro uma garrafa de um vinho desta uva é exatamente isso que espero encontrar. Frescor, acidez, fruta com muitas notas verdes de aspargo, na boca ele replica todas as impressões do nariz, mas com um toque elegante de damasco. Gostei muito.
Este vinhos custa em média R$ 100,00 e também está na minha categoria dos vinhos que precisam de um motivo para serem abertos.

Enfim, depois de tantos Sauvignons e Pinots saborosos, voltei para casa para ver minhas séries na TV e terminei de relaxar. Perfeito!
Santé!

Wines of Chile: sempre uma bela experiência!

Se eu perguntar para algum dos meus amigos: qual o primeiro país que te vem a mente quando falo em vinhos? A chance da resposta ser Chile é absurdamente grande.
Isso porque os vinhos chilenos possuem um ótimo custo x benefício, que é o que a maioria dos brasileiros procura num vinho. 




Mas o Chile é muito mais do que isso. É uma terra fértil e abençoada, é um dos países que mais se destaca hoje na produção de vinhos de qualidade, no novo mundo. Sua diversidade é tanta que podemos dizer que tem "Chile" para todos os gostos e bolsos. 
Pois bem, semana passada aconteceu o evento da Wines of Chile, em São Paulo. O evento foi um sucesso, tinha muita gente querendo descobrir as novidades dos produtores chilenos. 




Eu cheguei cedinho para Master Class. O tema deste ano "Os Extremos do Chile". Foi bem legal! Aliás, essas "aulas" são sempre um aprendizado, afinal degustar o vinho ouvindo o que o produtor tem a dizer agrega muito sabor à taça. 
Dos que eu degustei os 3 que mais gostei foram:




O Los Patricios Chrdonnay 2010 tem aromas de frutas cítricas, tropicais e notas de tostado que lhe concede elegância. Na boca se mostrou refrescante, com um  toque de mineral, acidez elevada e um final bem prazeroso. 




O Insolente Carignan 2010 é um vinho bem apaixonante. Eu adorei o rótulo e o nome, alegres como o líquido que nos aguarda dentro da garrafa. No nariz o vinho se mostra bem perfumado com bastante fruta e um toque de especiarias. Na boca é equilibrado e elegante, perfeito para qualquer momento feliz.




O Tara Red Wine 1 - 2012, é feito a base de Pinot Noir. Ele apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, o que eu busco num Pinot Noir. Mas tem um diferencial: possui um toque de "terra", que não se sobressair à fruta e por isso fica perfeito. Na boca, é harmônico, redondinho, frutado e com um toque salgadinho que dá um charme ao vinho. 




Outra coisa bacana do evento foi que eles providenciaram senha de wi-fi para todos, ou seja, não ficamos isolados do mundo dentro do hotel Unique, já que lá embaixo não há jeito de ter rede 3G funcionando.
Parabéns aos produtores, à organização e a toda Wines of Chile pelo evento.
Santé!

Vinhos de supermercado! n°1

Há um tempo eu e a minha amiga Evelyn (do Blog Taças & Rolhas) queremos começar uma coluna de "Vinhos de supermercados". A ideia é não somente aumentar o consumo de vinhos, mas também aumentar o número de pessoas que os consomem. Para isso, o caminho é mostrar que podemos degustar vinhos bons e baratos, fugindo daqueles rótulos "clássicos". Nesta linha, toda primeira quarta-feira do mês teremos novidades.



Claro que vinho bom é muito relativo, afinal, não existe nada mais individual que o gosto da gente. Por isso, peguei como referencial aqueles classificados no rótulo como "Reservados",  os quais encontramos em tantas casas brasileiras, assim temos um ponto de comparação e poderemos avaliar melhor os vinhos, pois, para quem gosta dos "reservados", existe um leque imenso de opções na mesma faixa de preço.
O meu paladar mudou, desde que estou nesse mundo de vinhos, hoje eu economizo em outras coisas para investir um pouco mais nessa bebida que me da tanto prazer, mas há um tempo preferia comprar sapatos, cada um sabe a sua prioridade.
Enfim, o que eu quero agora é deixar claro é que essa coluna é específica para vinhos "baratos" de verdade, que podem ser muito uteis para quem quer começar trocar os vinhos "suave" por vinhos "secos", por exemplo. 



O Primeiro vinho que degustamos foi o "Viu Manent" Sauvignon Blanc 2012, um vinho que custou R$ 19,90 no Zaffari. 
O vinho é exatamente da cor que eu esperava, clarinho e esverdeado, tipico de um Sauvignon Blanc Chileno. No nariz se mostrou super verde, aspargo puro. Na boca, refrescante e com bastante álcool , precisou de alguns minutos na taça para abrir e ficar mais equilibrado. Um achado em termos de custo x benefício. 
Confira a opinião da Evelyn sobre o mesmo vinho, é sempre bom ter mais de um ponto de vista.
Santé!!

Tabali, um Pinot perfeito neste calor!

Lá vou eu escrever sobre mais um Pinot. Para quem ainda não sabe, sou louca por Pinot Noir, ainda mais com esse calor. Estou abusando dos brancos, rosés e espumantes, mas as vezes bate aquela vontade de ver o clássico vinho tinto na taça.




Pois bem, o Pinot tem sido perfeito para esses momentos. Desta vez escolhi o Tabali Reserva 2012, um vinho leve, com bastante fruta, bem fácil de tomar. Ah! Fácil no bom sentido, não curto quem usa fácil com sentido pejorativo.
Bom, vamos ao vinho. Visual clarinho, clássico de Pinot. Aromas de frutas vermelhas, com destaque para framboesa. Na boca, fresco, equilibrado, sedoso, elegante, perfeito! 
Para melhorar e transformar a ocasião em algo fantástico, juntei a um jantar gostoso com amigos, não tem nada igual no mundo!
Santé!

Um Pinot do jeitinho que eu gosto

Eu costumo dizer que as coisas são do jeitinho que deveriam ser. Estávamos entre amigos outro dia comendo pizza após uma degustação na Casa do Porto, quando ouvi: "abre o Ventolera para eles experimentarem."


Importado pela Casa do Porto


Na hora eu pensei não ser necessário, afinal tínhamos 38 garrafas de vinho para acompanhar aquela pizza, para que abrir mais uma. Pois bem eles abriram, e foi, como eu disse no início do texto, do jeitinho que têm que ser. 




O chileno é simplesmente um espetáculo. Eu já amo Pinot Noir, só por ser Pinot, mas esse deveria ter meu nome no rótulo. Um vinho elegante, refrescante, delicado, equilibrado e marcante. Todas características que fazem um vinho ser perfeito para mim.
Sendo mais específica nas características do vinho, achei que ele apresenta aromas de amora e cereja, taninos maduros e um retrogosto frutado.
Um vinho para dias realmente especiais.
Santé!!

Harmonização clássica: VINHO E MASSA

É mais difícil pensar em harmonizações depois que entrei nesse universo de vinho. Vivo harmonizando isso com aquilo. 
Mas antes desse divisor de águas na minha vida meu conhecimento ainda era aquele: massa com vinho branco e carne com vinho tinto. O que, em via de regra, já está valendo.
Agora, esta combinação é mesmo perfeita, afinal comer uma "pasta" sem tomar uma taça de vinho é quase um sacrilégio, não há combinação melhor, seja com o vinho que for.
Ontem estive numa degustação harmonizada que o Pão de Açúcar, em parceria com a Ventisquero, Cantu e a Santo Dom ofereceram à clientes especiais, no Wine Bar do supermercado no shopping Iguatemi. 




Estava muito legal, primeiro por que o Nicolas Farias, embaixador da Ventisquero no Brasil, fez um resumão não só da vinícola, mas dos vinhos chilenos em geral. Degustar com quem sabe é sempre mais prazeroso. 




Foram 4 vinhos bem diferentes o que numa degustação orientada é bem legal para as pessoas entenderem na prática o que tanto falamos na teoria.




Em segundo lugar, o Zeca Baldarena, da Santo Dom, transformou o local numa tortura aromática, seus molhos perfumaram o ambiente. O mais legal das massas dele é a questão da ausência de Glúten. Eu agradeço todos os dias por não ser alérgica nem a Glúten nem a lactose, mas me solidarizo com quem é. Acho super importante ter pessoas que desenvolvam receitas para devolver o "prazer de comer" à vida dessas pessoas.
Por último, mas não menos especial a receptividade dos funcionários do Pão de Açúcar, simpatia e educação fazem toda diferença.




Enfim, vamos ao que interessa... eu separei a harmonização mais clássica e perfeita, na minha humilde opinião: raviolli de mussarela de bufala e manjericão, com molho ao sugo e Pinot Noir.
Uma combinação saborosa que não tem como não agradar a gregos, troianos, brasileiros, italianos... 
O segredo na harmonização está no molho, então seguem sugestões para os outros três vinhos que tomamos.
Sauvignon Blanc: massa com molho de aspargos e queijo Brie.
Carmenère Gran Reserva: massa com molho de Funghi.
Cabernet Sauvignon Gran Reserva: massa a bolonhesa.

Chame os amigos, prepare seu molho preferido, jogue com abundância em cima de uma massa de qualidade e deguste o que a vida tem de melhor: momentos especiais.
Santé!

Uma vinícola especial

Na primeira quinzena de agosto aconteceu o "Wines of Chile", uma feira bem legal, que já contei como foi aqui no Château, se você não leu, leia aqui: FICOU MAIS FACIL ENTENDER OS VINHOS CHILENOS.

Emily Falconer
Hoje eu queria falar sobre algo que me chamou atenção naquela ocasião. Tive o prazer de participar da Masterclass e saltou aos meus olhos que numa mesa com 12 pessoas, havia apenas 1 mulher. Por coincidência eu gostei bastante do vinho dela, por isso resolvi escrever um post dedicado à esta vinícola.




A Maquis é uma vinícola com mais de 85 anos de história e vinhos incríveis.
Eu selecionei 3 para este post.




O primeiro, claro, o que me chamou atenção na Masterclass, o Maquis Lien 2009 é um corte feito com Carmenèré, Syrah, Cabernet Franc, Petit Verdot e Malbec. Depois de cerca de 13 meses em barricas francesas ele está prontinho para fazer a gente feliz. Um vinho intenso e delicado, daqueles que costumo dizer que é a minha cara. 




O outro que gostei muito foi o Maquis Franco 2010, é um varietal 100% Cabernet Franc. Delicioso, a elegância em forma de vinho, com uma persistência agradável e sedutora.




Por último o Maquis Rosé Malbec 2012, um rosé 100% Malbec, um vinho com aroma frutado e um frescor que promete ganhar o paladar brasileiro. Apesar de ser leve e com boa acidez ele tem um volume de boca surpreendente. 

Enfim, eu gostei bastante dos vinhos da Maquis e vou aguardar ansiosamente que algum importador traga estas delícias para o Brasil.
Santé!

Zahil, vinhos para todos os bolsos e momentos!

Semana passada fui num evento que, além de incrível, estava simpático. Dezenas de rótulos especiais da América do Sul brilharam no evento da importadora Zahil.





Conheci vinhos da Argentina, Chile, Uruguai e Brasil, produtos muito bons, alguns com custo x benefício bem especial, outros que exigem um pouco mais de investimento, mas que são importantes para protagonizar momentos especiais na nossa vida.
Separei 2 rótulos por menos de R$ 55,00 e dois vinhos acima de R$55,00.



Começo pelo chileno Summit Sauvignon Blanc 2011, R$ 54,50. Um vinho saboroso com bastante verde no sabor e aquele aroma clássico de "Nova Zelândia" que a uva Sauvignon Blanc me remete. Adoro.



Callia Chardonnay 2012, R$ 29,50. Um vinho argentino que vale muito pelo preço e pelo sabor, daqueles que a gente "tem" que ter na adega para abrir sem dó, naqueles dias que estamos sozinhos ou de galera, tanto faz!


Já os acima de R$55,00 são um pouco mais estruturados, o Rota 324, R$ 84,00 é um vinho intenso, encorpado, com sabor ideal para aquele jantarzinho a dois. Eu estava louca para prová-lo e super curti e, só pra constar, é um vinho brasileiríssimo.



Por último, selecionei o Antologia XXVIII 2009, R$ 230,00. Um argentino que desprende um investimento maior e por isso é para aqueles momentos mais importantes de comemoração e festa. Um corte feito com uvas incríveis que não tinha como não dar certo, Malbec, Petit Verdot e Syrah. Tânico, equilibrado e muito saboroso.
Enfim, parabéns a Zahil pelo evento, estava show de bola.
Santé!