Vinhos, fotos e bons momentos. Vinhos baratos, vinhos supermercado, vinhos custo x beneficio, vinho para comemorações, vinhos para presente e vinho para felicidade.
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Happy Hour com vinho verde
Eu sou daquelas que não paga imposto para ter um momento de alegria com amigos. Uma, das mais especiais, estava aqui perto de casa para resolver umas coisas e na mesma hora já combinamos de tomar um vinho.
Casa Flora, uma importadora com clima de família.
Sabe aquela comidinha preparada com carinho quando vamos visitar nossos avós? Foi este o tempero que senti no almoço que fui no CT Casa Flora, aqui em São Paulo, para conhecer o portfólio deles. Fiquei impressionada com a preocupação que o pessoal tem com os produtos e com o carinho dos funcionários pelas marcas. Um carinho que só é possível, por eles acreditarem na qualidade das marcas que oferecem.
Paulo Laureano desenvolve vinhos para harmonizar com Bacalhau.
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| Jane Prado e Paulo Laureano |
Eles fazem parte de um projeto super bacana do Paulo Laureano. A idéia era achar um vinho branco e um vinho tinto que harmonizasse perfeitamente com qualquer tipo de Bacalhau, independente do preparo.
Taylor's Select Reserve - um Winebar doce e saboroso
Quando tem Winebar eu sempre me programo para participar, pois acho super bacana poder encontrar, mesmo que virtualmente, pessoas de todos Brasil e ainda ter a oportunidade de aprender um pouco mais com algum especialista.
Dica de presente para o dia das mães
Flores, chocolates, perfumes, bolsas, sapatos... Pronto, estás prestes a dar mais um presente normal para a tua mãe. Não que ela não vá gostar, ela vai. Afinal, presente de filho é sempre especial, até mesmo se fosse um pão com manteiga.
Mas vamos e venhamos, a maioria das mãe acaba comprando o que precisa, então precisamos ser criativos e surpreender pelo diferente.
Minha sugestão é: um vinho verde.
Rosés do Tejo, surpreendendo em sabor
"O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou..."
Plagiando Cássia Eller e separando esta frase do restante da música, podemos dizer que o mundo está mudando. Mudando na forma das pessoas agirem, mudando em termos de técnologia e até mesmo no clima mundial. Afinal estamos em abril, morrendo de calor em São Paulo, sendo que passei o Reveillon de blusão de lã.
Isso tudo para dizer que é sempre bom ter um vinho rosé na geladeira.
Isso tudo para dizer que é sempre bom ter um vinho rosé na geladeira.
Picnic no aeroporto
A vida é tão curta para deixar de fazer coisas por preguiça. Quando o assunto é estar com pessoas especiais, eu gosto de aproveitar todas as oportunidades que tenho. E por isso, transformo todo momento que posso em uma recordação, afinal são elas que escrevem o livro da nossa vida.
Um casal de amigos do Sul tinha uma conexão de 5 horas no aeroporto de Guarulhos. O que eu fiz?
Quinta do Ameal Loreiro
A nossa realidade nunca foi das melhores quando o assunto é vinho. Seja porque culturalmente o Brasil não tem o hábito do vinho, seja pelos inúmeros impostos que pagamos por aqui, seja pela nossa moeda que não vale nada, seja porque ainda temos muitos preconceitos e verdades equivocadas.
Enfim, vinho parece supérfluo, mas é um assunto muito rico se quisermos nos aprofundar.
E um dos assuntos muito mistificados por aqui são os Vinhos Verdes. Já falei algumas vezes sobre eles aqui no blog, podes dar uma lida no post O que são Vinhos Verdes.
Master of Port: aprendendo um pouco sobre Vinhos do Porto
Tive o prazer de participar do curso Master of Port, realizado pela Wine Senses, em São Paulo. O curso teve duração de 15 horas e é a formação mais completa sobre Vinhos do Porto no Brasil.
Dentre todas as coisas que aprendemos lá, separei algumas na forma de um resumão, com informações básicas, mas que em nenhum momento são óbvias. O meu objetivo é separar o conteúdo mais relevante para que pessoas leigas possam comprar um Vinho do Porto com o mínimo de conhecimento.
Cantu Importadora lutando pelo consumo consciente de vinho
A importadora Cantu está aumentando seu portifólio, com foco no crescimento saudável e organizado da empresa. Por isso, existe todo um cuidado em escolher os novos produtores para compor sua carta de vinhos.
Fui conhecer alguns desses produtos e separei 3 vinhos especiais para compartilhar aqui no Château de Jane.
Primeiro, um Bordeaux custo x beneficio perfeito. Um vinho clássico, daqueles que a gente diz ter aroma e sabor de vinho. O Franc Beauséjour Bordeaux é um corte clássico de Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Apresenta aromas de frutas vermelhas com um toque de especiarias. Na boca, se mostra redondo, com taninos macios e boa acidez. Um vinho fácil de beber a qualquer hora, harmonizando com uma carne vermelha leve ou até mesmo apenas com um bom bate papo. O vinho custa cerca de R$50,00.
Continuando na França, o Château Haut-Myles Médoc é um assemblage de Merlot e Cabernet Sauvignon. Muito aromático ele apresenta no nariz frutas negras com um toque de terra e chocolate. Na boca, ele é elegante, com taninos intensos e equilibrados. O vinho custa cerca de R$110,00.
Por último um pulo em Portugal. O Poças Reserva Douro 2009, é um vinho muito especial, feito apenas em safras sensacional que gerem um vinho perfeito, conforme as expectativas do enólogo. Aromas de frutas maduras com um toque de especiarias, pimenta principalmente. Na boca é elegante, redondo e sofisticado. Um verdadeiro carinho.
Enfim, conhecer vinhos novos é sempre muito bacana, principalmente quando percebemos que a empresa busca o bem comum do vinho, claro que é preciso pensar no capital e no negócio como um todo, mas empresas que vêem o consumo do vinho como principal objetivo, tem a minha admiração.
Santé!
Carm, um rosé português saboroso.
Eu sou uma só e não consigo separar a
vida pessoal, da profissional, da blogueira. Quando estou feliz todas as
"minhas Janes" estão, quando estou triste a mesma coisa. Eu sou
transparente e não me arrependo de ser assim, já tentei mudar, mas percebi que
sou o que sou e ponto.
Taberna da Esquina
Restaurante em São Paulo: é um dos meus temas preferidos, afinal o que existe de melhor que comer bem, bem acompanhado?
Fui conhecer a Taberna da Esquina, do Chef Português Vítor Sobral, que trouxe para o Brasil um conceito bem bacana de restaurante e adaptou seu estilo e decoração ao seu cardápio.
Caravana dos Vinhos do Tejo

Tenho pena de quem não trabalha com sua paixão, é tão gostoso fazer o que a gente gosta e ainda receber por isso, chega ser o paraíso.
Semana passada fotografei a feira dos vinhos do Tejo, aqui em São Paulo. Foi um evento super bacana, com vinhos saborosos e um público descolado e alegre.
Vinhos do Alentejo
Sou gaúcha e como todo gaúcho aprecio muito a tradição, mas não fecho os olhos para as mudanças, principalmente quando elas são para melhor.
O que isso tem a ver com os Vinhos do Alentejo? Tudo!
Tive o prazer de assistir mais uma palestra do Rui Falcão, grande conhecedor dos vinhos portugueses. Na oportunidade falamos justamente isso, o porquê do Alentejo ter vinhos inovadores, sendo que o restante de Portugal é super conservador.
Durante a ditadura de Salazar, foi determinado que no Alentejo não se plantaria mais videiras e sim grãos, apenas poucas vinhas permaneceram por estarem em solos pouco férteis, incapazes de produzir outra coisa que não uva. Quando a ditadura acabou, pessoas de todos os ramos começaram a investir em vinícolas e a cultivar todo o tipo de uvas até entender as que melhor se adaptavam a região.
O Alentejo tem uma grande variedade de uvas, tanto portuguesas como internacionais, e por isso a forte tendência em fazer vinhos de corte.
Estes vinhos captam o que cada uva tem de melhor, buscando sempre o equilíbrio entre aromas e sensações.
Dos cortes que degustamos, neste dia, os que eu mais gostei foram:
O Tinto de Talha - grande escolha 2009, da vinícola Roquevale. O vinho mistura a rusticidade e cor do Alicante Bouchet, com os taninos macios e a fruta da Touriga Nacional. O aroma apresenta um toque de defumado, tabaco e terra. Na boca se mostra elegante e intenso, com taninos que chegam a amarrar a boca por instantes, mas que em seguida apresenta um final agradável e fresco.
O outro vinho que gostei bastante foi o Dona Maria Reserva Tinto 2008. Um corte de Alicante Bouchet, Petit Verdot e Syrah. Este já é um clássico caso de mistura de uvas portuguesas com uvas internacionais. O corte é fantástico, pois o Alicante Bouchet entra com a cor e rusticidade, enquanto a Syrah entra com as frutas negras intensas e a Petit Verdot com a elegância e suavidade. Ele apresenta aromas de chocolate, balsâmico e um toque de defumado. Na boca se mostra elegante, intenso e com um final equilibrado e saboroso.
Enfim, beber um vinho em casa para relaxar tem seu valor, mas para quem curte aprender como eu, degustar escutando um especialista é uma oportunidade que não se pode perder. Por isso, fico sempre de olho na agenda do Rui Falcão aqui no Brasil.
Que venha a próxima aula.
Santé!
O que isso tem a ver com os Vinhos do Alentejo? Tudo!
Tive o prazer de assistir mais uma palestra do Rui Falcão, grande conhecedor dos vinhos portugueses. Na oportunidade falamos justamente isso, o porquê do Alentejo ter vinhos inovadores, sendo que o restante de Portugal é super conservador.
Durante a ditadura de Salazar, foi determinado que no Alentejo não se plantaria mais videiras e sim grãos, apenas poucas vinhas permaneceram por estarem em solos pouco férteis, incapazes de produzir outra coisa que não uva. Quando a ditadura acabou, pessoas de todos os ramos começaram a investir em vinícolas e a cultivar todo o tipo de uvas até entender as que melhor se adaptavam a região.
O Alentejo tem uma grande variedade de uvas, tanto portuguesas como internacionais, e por isso a forte tendência em fazer vinhos de corte.
Estes vinhos captam o que cada uva tem de melhor, buscando sempre o equilíbrio entre aromas e sensações.
Dos cortes que degustamos, neste dia, os que eu mais gostei foram:
O Tinto de Talha - grande escolha 2009, da vinícola Roquevale. O vinho mistura a rusticidade e cor do Alicante Bouchet, com os taninos macios e a fruta da Touriga Nacional. O aroma apresenta um toque de defumado, tabaco e terra. Na boca se mostra elegante e intenso, com taninos que chegam a amarrar a boca por instantes, mas que em seguida apresenta um final agradável e fresco.
O outro vinho que gostei bastante foi o Dona Maria Reserva Tinto 2008. Um corte de Alicante Bouchet, Petit Verdot e Syrah. Este já é um clássico caso de mistura de uvas portuguesas com uvas internacionais. O corte é fantástico, pois o Alicante Bouchet entra com a cor e rusticidade, enquanto a Syrah entra com as frutas negras intensas e a Petit Verdot com a elegância e suavidade. Ele apresenta aromas de chocolate, balsâmico e um toque de defumado. Na boca se mostra elegante, intenso e com um final equilibrado e saboroso.
Enfim, beber um vinho em casa para relaxar tem seu valor, mas para quem curte aprender como eu, degustar escutando um especialista é uma oportunidade que não se pode perder. Por isso, fico sempre de olho na agenda do Rui Falcão aqui no Brasil.
Que venha a próxima aula.
Santé!
O que são Vinhos Verdes?
No Brasil ainda existe uma grande confusão quando falamos em "Vinho Verde". Isso acontece porque as marcas mais conhecidas aqui são realmente esverdeadas.
"Vinhos Verdes" é, na verdade, uma denominação de orgiem e isso representa uma série de características. Essa região fica no Noroeste de Portugal, entre o Oceano Atlântico, o rio Minho, o rio Douro e algumas áreas de serra. Esta localização é a principal responsável pelo frescor que encontramos em seus vinhos.
Agora de fato: o que significa quando vemos "Vinho Verde" escrito num rótulo?
Bom, em primeiro lugar que não é sinônimo de vinho branco. A região pode produzir, vinho branco, rosé, tinto, espumante, aguardente ou vinagre, todos com a denominação "Vinho Verde", desde que sejam respeitadas as regras de vinificação e elaboração no interior da região delimitada.
Em segundo lugar, existem algumas características que podemos pressupor que estarão presentes numa garrafa de "Vinho Verde".
Se for branco: os vinhos serão bem aromáticos, com bastante fruta e flor, dependendo das uvas. Na boca, encontraremos muita intensidade de sabor, frescor e uma acidez perfeita para harmonizações com comidinhas clássicas de verão.
Se for rosé: Os aromas são de frutas vermelhas e na boca se apresenta igualmente refrescante, mas com maior persistência no final.
Se for tinto: A cor será intensa e os aromas lembrarão mais frutas silvestres. Na boca, a refrescancia também aparece e a acidez permanece, mostrando-se muito gastronômico.
Isso sem falar nos espumantes e demais produtos da região.
Outra coisa bacana de se saber dos "Vinhos Verdes" é que eles podem ser cortes os varietais. No Brasil, estamos acostumados com cortes, mas existem varietais incríveis que estão começando a ganhar espaço nas adegas brasileiras. Experimentei um Alvarinho que estava delicioso. O Portal do Fidalgo apresentou aromas minerais, notas cítricas e florais. Na boca, estava refrescante, com um corpo médio e muito sabor. O final foi longo e rico.
Enfim, com o clima que temos no Brasil, super vale a pena conhecer melhor os "Vinhos Verdes" e trazê-los para o nosso dia a dia.
Santé!
"Vinhos Verdes" é, na verdade, uma denominação de orgiem e isso representa uma série de características. Essa região fica no Noroeste de Portugal, entre o Oceano Atlântico, o rio Minho, o rio Douro e algumas áreas de serra. Esta localização é a principal responsável pelo frescor que encontramos em seus vinhos.
Agora de fato: o que significa quando vemos "Vinho Verde" escrito num rótulo?
Bom, em primeiro lugar que não é sinônimo de vinho branco. A região pode produzir, vinho branco, rosé, tinto, espumante, aguardente ou vinagre, todos com a denominação "Vinho Verde", desde que sejam respeitadas as regras de vinificação e elaboração no interior da região delimitada.
Em segundo lugar, existem algumas características que podemos pressupor que estarão presentes numa garrafa de "Vinho Verde".
Se for branco: os vinhos serão bem aromáticos, com bastante fruta e flor, dependendo das uvas. Na boca, encontraremos muita intensidade de sabor, frescor e uma acidez perfeita para harmonizações com comidinhas clássicas de verão.
Se for rosé: Os aromas são de frutas vermelhas e na boca se apresenta igualmente refrescante, mas com maior persistência no final.
Se for tinto: A cor será intensa e os aromas lembrarão mais frutas silvestres. Na boca, a refrescancia também aparece e a acidez permanece, mostrando-se muito gastronômico.
Isso sem falar nos espumantes e demais produtos da região.
Outra coisa bacana de se saber dos "Vinhos Verdes" é que eles podem ser cortes os varietais. No Brasil, estamos acostumados com cortes, mas existem varietais incríveis que estão começando a ganhar espaço nas adegas brasileiras. Experimentei um Alvarinho que estava delicioso. O Portal do Fidalgo apresentou aromas minerais, notas cítricas e florais. Na boca, estava refrescante, com um corpo médio e muito sabor. O final foi longo e rico.
Enfim, com o clima que temos no Brasil, super vale a pena conhecer melhor os "Vinhos Verdes" e trazê-los para o nosso dia a dia.
Santé!
Além de uma simples rolha!
Na minha humilde opinião, metade da graça em tomar um bom vinho está no ritual de tirar a rolha e liberar o "líquido do prazer".
Hoje em dia, encontramos muitas garrafas com screw cap e, para falar a verdade, não é demérito nenhum para o vinho, pois é apenas uma forma de vedar determinado estilo de vinho, mas, como falei no começo, perde-se um pouco da graça do momento inicial.
Hoje vamos falar um pouco sobre rolhas. A rolha é feita de cortiça e esta vem da casca de uma árvore chamada Sobreiro. Quando respeita-se as regras de produção da cortiça, o Sobreiro consegue se reconstituir e em 9 anos já estará pronto para ajudar novos vinhos a encherem a nossa vida de prazer.
Mas uma curiosidade bacana, é que para a primeira extração da cortiça é necessário um Sobreiro de 20 anos e, mesmo assim, esta primeira cortiça não é utilizada para rolhas e sim para outras finalidades. Portugal produz mais de 50% da cortiça do mundo e este pode ser considerado mais um motivo para eu amar este país.
A cortiça é utilizada também na arquitetura e no design e suas peças são incrivelmente valorizadas e, se eu pudesse, teria vários de seus itens aqui no Château. Mas como não dá, vivo inventando coisas para fazer com as minhas rolhas mais especiais.
A APCOR - Associação Portuguesa da Cortiça - elaborou um concurso para ajudar a disseminar a beleza que a cortiça pode trazer para nossa vida. O tema do concurso é: "como a cortiça está presente no seu dia a dia". Para mim isso é fácil, pois adoro fazer "lembrancinhas" e presentear meus amigos, afinal é tão difícil dar presentes hoje em dia.
Considero que ao fazê-los, pelo menos mostro que dediquei meu tempo, pois não é o valor financeiro que conta na hora de presentear, afinal de que me vale um lindo arranjo de flores, se foi escolhido pela secretária?
Dentre as coisas que faço, a rolha é minha matéria prima preferida.
Chaveiros, são fáceis e charmosos.
Ímãs de geladeira, enfeitam e podem prender recados de amor.
Pendrives, são uteis e elegantes.
Porta-retratos, não precisam de comentários.
Puxadores dão charme a um simples gaveteiro.
Aparadores de panelas podem enfeitar um jantar.
Bandejas e suportes em geral, podem dar o toque final numa decoração.
Enfim, vivo pensando em formas de aproveitar as rolhas que foram importantes para mim e assim eternizá-las comigo, ou com pessoas queridas.
Então, apesar das rolhas já fazerem parte da minha vida há um tempo, só agora parei para estudar um pouco a respeito. Descobri que existem vários tipos: naturais, colmatadas, multipeças, técnicas, aglomeradas, capsuladas, entre outras.
O que difere entre elas? A forma que são feitas, mas isso não muda nada na minha vida, porque com certeza o pessoal da vinícola pensou e estudou a melhor forma de vedar o seu vinho, levando em conta o tempo de guarda, as suas características e tudo mais que possa ser influenciado pela qualidade da rolha. Eu só preciso mesmo pegar meu saca rolhas, abrir, beber e ser feliz.
E que venha o Natal para eu poder usar minha guirlanda de novo.
Santé!
P.S) Se vieres me visitar, encontrarás 100% das coisinhas acima aqui no Château!
Hoje em dia, encontramos muitas garrafas com screw cap e, para falar a verdade, não é demérito nenhum para o vinho, pois é apenas uma forma de vedar determinado estilo de vinho, mas, como falei no começo, perde-se um pouco da graça do momento inicial.
Hoje vamos falar um pouco sobre rolhas. A rolha é feita de cortiça e esta vem da casca de uma árvore chamada Sobreiro. Quando respeita-se as regras de produção da cortiça, o Sobreiro consegue se reconstituir e em 9 anos já estará pronto para ajudar novos vinhos a encherem a nossa vida de prazer.
Mas uma curiosidade bacana, é que para a primeira extração da cortiça é necessário um Sobreiro de 20 anos e, mesmo assim, esta primeira cortiça não é utilizada para rolhas e sim para outras finalidades. Portugal produz mais de 50% da cortiça do mundo e este pode ser considerado mais um motivo para eu amar este país.
A cortiça é utilizada também na arquitetura e no design e suas peças são incrivelmente valorizadas e, se eu pudesse, teria vários de seus itens aqui no Château. Mas como não dá, vivo inventando coisas para fazer com as minhas rolhas mais especiais.
A APCOR - Associação Portuguesa da Cortiça - elaborou um concurso para ajudar a disseminar a beleza que a cortiça pode trazer para nossa vida. O tema do concurso é: "como a cortiça está presente no seu dia a dia". Para mim isso é fácil, pois adoro fazer "lembrancinhas" e presentear meus amigos, afinal é tão difícil dar presentes hoje em dia.
Considero que ao fazê-los, pelo menos mostro que dediquei meu tempo, pois não é o valor financeiro que conta na hora de presentear, afinal de que me vale um lindo arranjo de flores, se foi escolhido pela secretária?
Dentre as coisas que faço, a rolha é minha matéria prima preferida.
Chaveiros, são fáceis e charmosos.
Ímãs de geladeira, enfeitam e podem prender recados de amor.
Pendrives, são uteis e elegantes.
Porta-retratos, não precisam de comentários.
Puxadores dão charme a um simples gaveteiro.
Aparadores de panelas podem enfeitar um jantar.
Bandejas e suportes em geral, podem dar o toque final numa decoração.
Enfim, vivo pensando em formas de aproveitar as rolhas que foram importantes para mim e assim eternizá-las comigo, ou com pessoas queridas.
Então, apesar das rolhas já fazerem parte da minha vida há um tempo, só agora parei para estudar um pouco a respeito. Descobri que existem vários tipos: naturais, colmatadas, multipeças, técnicas, aglomeradas, capsuladas, entre outras.
O que difere entre elas? A forma que são feitas, mas isso não muda nada na minha vida, porque com certeza o pessoal da vinícola pensou e estudou a melhor forma de vedar o seu vinho, levando em conta o tempo de guarda, as suas características e tudo mais que possa ser influenciado pela qualidade da rolha. Eu só preciso mesmo pegar meu saca rolhas, abrir, beber e ser feliz.
E que venha o Natal para eu poder usar minha guirlanda de novo.
Santé!
P.S) Se vieres me visitar, encontrarás 100% das coisinhas acima aqui no Château!
Mais uma da série ponte aérea com Portugal.
Toda semana acontece vários eventos de vinhos aqui em São Paulo, mas a "Vinhos de Portugal" em parceria com a Exponor, resolveu levar o prazer de degustar vinhos para várias cidades do Brasil. É bacana, pois sempre recebo comentários que essas coisas só acontecem por aqui.
Ontem aconteceu a primeira feira de um roteiro de 5, foi lá em Pinheiros e estava simplesmente show.
Apesar de estar trabalhando, consegui um tempinho no final para degustar algumas delícias portuguesas.
O "EA Reserva - Cartuxa" um vinho super redondinho, daqueles que tanto a acidez quanto os taninos estão super educados na medida certa. Aromas de frutas com notas de tabaco e chocolate. Bem saboroso, o vinho é importado pela Adega Alentejana, e custa em torno de R$90,00.
O Monte da Cal Reserva, um vinho com aromas de frutas vermelhas. Na boca se apresenta bem equilibrado, com taninos macios. É um vinho bem elegante. Importado pela Interfood para o Brasil e está na faixa dos R$ 125,00.
Ontem aconteceu a primeira feira de um roteiro de 5, foi lá em Pinheiros e estava simplesmente show.
Apesar de estar trabalhando, consegui um tempinho no final para degustar algumas delícias portuguesas.
O Pedra Cancela, do Dão, é um vinho super gostosinho, daqueles que a gente senta e fica hora bebendo e conversando com amigos sem precisar de mais nada. Ele tem aromas de frutas vermelhas com notas de chocolate. Na boca, apresenta corpo leve, uma boa acidez, equilíbrio, elegância e frescor. O vinho é importado pela Lusovini e custa cerca de R$40,00 por aqui.
O "EA Reserva - Cartuxa" um vinho super redondinho, daqueles que tanto a acidez quanto os taninos estão super educados na medida certa. Aromas de frutas com notas de tabaco e chocolate. Bem saboroso, o vinho é importado pela Adega Alentejana, e custa em torno de R$90,00.
O Monte da Cal Reserva, um vinho com aromas de frutas vermelhas. Na boca se apresenta bem equilibrado, com taninos macios. É um vinho bem elegante. Importado pela Interfood para o Brasil e está na faixa dos R$ 125,00.
Para terminar com grande estilo tive o prazer de degustar, pela primeira vez o Pera-Manca tinto. O vinho português de longa história que, inclusive, acompanhou Pedro Alvares Cabral quando descobriu o Brasil. O vinho era de guarda, 1998 (ano que morei em Curitiba - muitas memórias), e estava simplesmente um espetáculo. Posso dizer que aqueles goles não foram uma degustação normal, mas uma experiência da qual eu não irei esquecer.
Santé!
Um pulo em Portugal sem sair do Brasil!
Coisa boa é uma taça de vinho português. Eu vivo dizendo que se me pedissem para escolher um país do qual me presenteariam com um vinho, com certeza eu escolheria Portugal...
As chances de eu gostar do vinho são gigantes...
Então, se você mora em São Paulo, Ribeirão Preto, Vitória, Floripa ou Curitiba, esta é a sua chance de conhecer os vinhos portugueses e criar sua própria opinião sobre eles...
Que tal? Um evento gratuito com vinhos incríveis.

Eu estarei no de São Paulo com certeza. Se organize e participe.
Na capital Catarinense o evento será no dia 28 de agosto...
Se você preferir prestigiar o de Curitiba, segue as informações.

Na cidade de Ribeirão Preto o evento será um sucesso certo, estou tentada a dar um pulo por lá também!
Para encerrar a jornada, a cidade de Vitória, uma bela opção de programa para quem estiver por lá.
Brindemos com vinho português na taça.
Santé!
As chances de eu gostar do vinho são gigantes...
Então, se você mora em São Paulo, Ribeirão Preto, Vitória, Floripa ou Curitiba, esta é a sua chance de conhecer os vinhos portugueses e criar sua própria opinião sobre eles...
Que tal? Um evento gratuito com vinhos incríveis.

Eu estarei no de São Paulo com certeza. Se organize e participe.

Na capital Catarinense o evento será no dia 28 de agosto...
Se você preferir prestigiar o de Curitiba, segue as informações.

Na cidade de Ribeirão Preto o evento será um sucesso certo, estou tentada a dar um pulo por lá também!
Brindemos com vinho português na taça.
Santé!
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