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World Wine Experience Itália 2016
Aconteceu em São Paulo uma super degustação de vinhos italianos, organizada pela World Wine, com o intuito das pessoas conhecerem alguns dos seus mais de 1500 vinhos. A importadora tem renome nacional que entrega vinhos para todo o Brasil através do site e do Tele vendas.
Reunião dos amigos da Mercovino
Semana passada a Mercovino apresentou parte de seu portifólio e suas novidades para seus clientes e amigos e, claro, fui conferir de pertinho, afinal me considero uma cliente e amiga e não poderia faltar.
Caravana dos Vinhos do Tejo

Tenho pena de quem não trabalha com sua paixão, é tão gostoso fazer o que a gente gosta e ainda receber por isso, chega ser o paraíso.
Semana passada fotografei a feira dos vinhos do Tejo, aqui em São Paulo. Foi um evento super bacana, com vinhos saborosos e um público descolado e alegre.
Como calcular as bebidas da sua festa.
Eu vivo respondendo email de leitores e atendendo telefonema de amigos para pedir ajuda com as escolhas de vinho. Eu vivo escrevendo aqui no Château sobre vinhos e espumantes que são bacanas para oferecer em um jantar ou recepção, mas sempre acabo esquecendo de escrever sobre um detalhe prático da hora de organizar uma festinha: como fazer o cálculo da quantidade de bebida.
Pois bem, vamos lá:
O legal é sempre colocar uns 5 ou 10% a mais, dependendo do estilo de festa.
Não se esqueça que no verão e em festas, no estilo balada, as pessoas bebem mais água, então fique de olho para não faltar.
Enfim, todos os cálculos são feitos pensando em uma festa de cerca de 4 horas. Agora se for daqueles casamentos que a gente acaba ficando para esperar o sol nascer, melhor comprar mais bebida.
Só mais um detalhe sobre estes cálculos, eles foram feitos com base em pessoas normais ou festas mescladas. No caso de teres uma turma como a minha, melhor colocar uma percentagem a mais sobre os cálculos para garantir, o máximo que vai acontecer é sobrar e teres que levar para casa, mas ai alguns brindes do futuro já ficam garantidos.
Santé!
Pois bem, vamos lá:
- Num jantar ou almoço: 1 garrafa de vinho para cada 3 ou 4 pessoas.
- Num coquetel: 1 garrafa de vinho para cada 2 pessoas.
- Quando você vai servir espumante no começo da festa: 1 garrafa para cada 2 pessoas.
- Quando você servirá espumante apenas no brinde: 1 garrafas para cada 8 pessoas.
- Uma garrafa de whisky serve de 10 a 12 pessoas.
- Quando fizer uma festa só com cerveja, calcule uma garrafa de cerveja (600 ml)
O legal é sempre colocar uns 5 ou 10% a mais, dependendo do estilo de festa.
Não se esqueça que no verão e em festas, no estilo balada, as pessoas bebem mais água, então fique de olho para não faltar.
Enfim, todos os cálculos são feitos pensando em uma festa de cerca de 4 horas. Agora se for daqueles casamentos que a gente acaba ficando para esperar o sol nascer, melhor comprar mais bebida.
Só mais um detalhe sobre estes cálculos, eles foram feitos com base em pessoas normais ou festas mescladas. No caso de teres uma turma como a minha, melhor colocar uma percentagem a mais sobre os cálculos para garantir, o máximo que vai acontecer é sobrar e teres que levar para casa, mas ai alguns brindes do futuro já ficam garantidos.
Santé!
Vinhos do Alentejo
Sou gaúcha e como todo gaúcho aprecio muito a tradição, mas não fecho os olhos para as mudanças, principalmente quando elas são para melhor.
O que isso tem a ver com os Vinhos do Alentejo? Tudo!
Tive o prazer de assistir mais uma palestra do Rui Falcão, grande conhecedor dos vinhos portugueses. Na oportunidade falamos justamente isso, o porquê do Alentejo ter vinhos inovadores, sendo que o restante de Portugal é super conservador.
Durante a ditadura de Salazar, foi determinado que no Alentejo não se plantaria mais videiras e sim grãos, apenas poucas vinhas permaneceram por estarem em solos pouco férteis, incapazes de produzir outra coisa que não uva. Quando a ditadura acabou, pessoas de todos os ramos começaram a investir em vinícolas e a cultivar todo o tipo de uvas até entender as que melhor se adaptavam a região.
O Alentejo tem uma grande variedade de uvas, tanto portuguesas como internacionais, e por isso a forte tendência em fazer vinhos de corte.
Estes vinhos captam o que cada uva tem de melhor, buscando sempre o equilíbrio entre aromas e sensações.
Dos cortes que degustamos, neste dia, os que eu mais gostei foram:
O Tinto de Talha - grande escolha 2009, da vinícola Roquevale. O vinho mistura a rusticidade e cor do Alicante Bouchet, com os taninos macios e a fruta da Touriga Nacional. O aroma apresenta um toque de defumado, tabaco e terra. Na boca se mostra elegante e intenso, com taninos que chegam a amarrar a boca por instantes, mas que em seguida apresenta um final agradável e fresco.
O outro vinho que gostei bastante foi o Dona Maria Reserva Tinto 2008. Um corte de Alicante Bouchet, Petit Verdot e Syrah. Este já é um clássico caso de mistura de uvas portuguesas com uvas internacionais. O corte é fantástico, pois o Alicante Bouchet entra com a cor e rusticidade, enquanto a Syrah entra com as frutas negras intensas e a Petit Verdot com a elegância e suavidade. Ele apresenta aromas de chocolate, balsâmico e um toque de defumado. Na boca se mostra elegante, intenso e com um final equilibrado e saboroso.
Enfim, beber um vinho em casa para relaxar tem seu valor, mas para quem curte aprender como eu, degustar escutando um especialista é uma oportunidade que não se pode perder. Por isso, fico sempre de olho na agenda do Rui Falcão aqui no Brasil.
Que venha a próxima aula.
Santé!
O que isso tem a ver com os Vinhos do Alentejo? Tudo!
Tive o prazer de assistir mais uma palestra do Rui Falcão, grande conhecedor dos vinhos portugueses. Na oportunidade falamos justamente isso, o porquê do Alentejo ter vinhos inovadores, sendo que o restante de Portugal é super conservador.
Durante a ditadura de Salazar, foi determinado que no Alentejo não se plantaria mais videiras e sim grãos, apenas poucas vinhas permaneceram por estarem em solos pouco férteis, incapazes de produzir outra coisa que não uva. Quando a ditadura acabou, pessoas de todos os ramos começaram a investir em vinícolas e a cultivar todo o tipo de uvas até entender as que melhor se adaptavam a região.
O Alentejo tem uma grande variedade de uvas, tanto portuguesas como internacionais, e por isso a forte tendência em fazer vinhos de corte.
Estes vinhos captam o que cada uva tem de melhor, buscando sempre o equilíbrio entre aromas e sensações.
Dos cortes que degustamos, neste dia, os que eu mais gostei foram:
O Tinto de Talha - grande escolha 2009, da vinícola Roquevale. O vinho mistura a rusticidade e cor do Alicante Bouchet, com os taninos macios e a fruta da Touriga Nacional. O aroma apresenta um toque de defumado, tabaco e terra. Na boca se mostra elegante e intenso, com taninos que chegam a amarrar a boca por instantes, mas que em seguida apresenta um final agradável e fresco.
O outro vinho que gostei bastante foi o Dona Maria Reserva Tinto 2008. Um corte de Alicante Bouchet, Petit Verdot e Syrah. Este já é um clássico caso de mistura de uvas portuguesas com uvas internacionais. O corte é fantástico, pois o Alicante Bouchet entra com a cor e rusticidade, enquanto a Syrah entra com as frutas negras intensas e a Petit Verdot com a elegância e suavidade. Ele apresenta aromas de chocolate, balsâmico e um toque de defumado. Na boca se mostra elegante, intenso e com um final equilibrado e saboroso.
Enfim, beber um vinho em casa para relaxar tem seu valor, mas para quem curte aprender como eu, degustar escutando um especialista é uma oportunidade que não se pode perder. Por isso, fico sempre de olho na agenda do Rui Falcão aqui no Brasil.
Que venha a próxima aula.
Santé!
Festival do Vinho Sul-Americano
No Brasil, tanto para os consumidores que gostam de vinho há algum tempo, quanto para os que estão começando, os melhores vinhos custo benefício acabam sempre sendo do Mercosul. Seja por incentivos, seja pela proximidade, seja porque realmente apreciam. O fato é que Chile, Argentina, Uruguai e Brasil dominam grande parte das adegas dos brasileiros.
A SBAV-SP (Associação Brasileira dos Amigos do Vinho de São Paulo) está organizando o "Festival do Vinho Sul-Americano" que dará a oportunidade do consumidor comprar rótulos depois de conhecê-los. Achei o máximo, pois descobrir a diversidade que estes quatro países tão próximos podem oferecer é um dos caminhos para desenvolver a cultura do vinho no país.
O evento acontecerá no Hotel Golden Tulip Paulista, em São Paulo, no dia 03 de outubro, das 16h às 21h.
O valor do ingresso é R$30,00 para associados da SBAV e R$50,00 para público geral.
Eu vou certo, dar uma passada para conferir o que cada país tem de melhor.
Santé!
A SBAV-SP (Associação Brasileira dos Amigos do Vinho de São Paulo) está organizando o "Festival do Vinho Sul-Americano" que dará a oportunidade do consumidor comprar rótulos depois de conhecê-los. Achei o máximo, pois descobrir a diversidade que estes quatro países tão próximos podem oferecer é um dos caminhos para desenvolver a cultura do vinho no país.
O evento acontecerá no Hotel Golden Tulip Paulista, em São Paulo, no dia 03 de outubro, das 16h às 21h.
O valor do ingresso é R$30,00 para associados da SBAV e R$50,00 para público geral.
Eu vou certo, dar uma passada para conferir o que cada país tem de melhor.
Santé!
Mais uma da série ponte aérea com Portugal.
Toda semana acontece vários eventos de vinhos aqui em São Paulo, mas a "Vinhos de Portugal" em parceria com a Exponor, resolveu levar o prazer de degustar vinhos para várias cidades do Brasil. É bacana, pois sempre recebo comentários que essas coisas só acontecem por aqui.
Ontem aconteceu a primeira feira de um roteiro de 5, foi lá em Pinheiros e estava simplesmente show.
Apesar de estar trabalhando, consegui um tempinho no final para degustar algumas delícias portuguesas.
O "EA Reserva - Cartuxa" um vinho super redondinho, daqueles que tanto a acidez quanto os taninos estão super educados na medida certa. Aromas de frutas com notas de tabaco e chocolate. Bem saboroso, o vinho é importado pela Adega Alentejana, e custa em torno de R$90,00.
O Monte da Cal Reserva, um vinho com aromas de frutas vermelhas. Na boca se apresenta bem equilibrado, com taninos macios. É um vinho bem elegante. Importado pela Interfood para o Brasil e está na faixa dos R$ 125,00.
Ontem aconteceu a primeira feira de um roteiro de 5, foi lá em Pinheiros e estava simplesmente show.
Apesar de estar trabalhando, consegui um tempinho no final para degustar algumas delícias portuguesas.
O Pedra Cancela, do Dão, é um vinho super gostosinho, daqueles que a gente senta e fica hora bebendo e conversando com amigos sem precisar de mais nada. Ele tem aromas de frutas vermelhas com notas de chocolate. Na boca, apresenta corpo leve, uma boa acidez, equilíbrio, elegância e frescor. O vinho é importado pela Lusovini e custa cerca de R$40,00 por aqui.
O "EA Reserva - Cartuxa" um vinho super redondinho, daqueles que tanto a acidez quanto os taninos estão super educados na medida certa. Aromas de frutas com notas de tabaco e chocolate. Bem saboroso, o vinho é importado pela Adega Alentejana, e custa em torno de R$90,00.
O Monte da Cal Reserva, um vinho com aromas de frutas vermelhas. Na boca se apresenta bem equilibrado, com taninos macios. É um vinho bem elegante. Importado pela Interfood para o Brasil e está na faixa dos R$ 125,00.
Para terminar com grande estilo tive o prazer de degustar, pela primeira vez o Pera-Manca tinto. O vinho português de longa história que, inclusive, acompanhou Pedro Alvares Cabral quando descobriu o Brasil. O vinho era de guarda, 1998 (ano que morei em Curitiba - muitas memórias), e estava simplesmente um espetáculo. Posso dizer que aqueles goles não foram uma degustação normal, mas uma experiência da qual eu não irei esquecer.
Santé!
Um pulo em Portugal sem sair do Brasil!
Coisa boa é uma taça de vinho português. Eu vivo dizendo que se me pedissem para escolher um país do qual me presenteariam com um vinho, com certeza eu escolheria Portugal...
As chances de eu gostar do vinho são gigantes...
Então, se você mora em São Paulo, Ribeirão Preto, Vitória, Floripa ou Curitiba, esta é a sua chance de conhecer os vinhos portugueses e criar sua própria opinião sobre eles...
Que tal? Um evento gratuito com vinhos incríveis.

Eu estarei no de São Paulo com certeza. Se organize e participe.
Na capital Catarinense o evento será no dia 28 de agosto...
Se você preferir prestigiar o de Curitiba, segue as informações.

Na cidade de Ribeirão Preto o evento será um sucesso certo, estou tentada a dar um pulo por lá também!
Para encerrar a jornada, a cidade de Vitória, uma bela opção de programa para quem estiver por lá.
Brindemos com vinho português na taça.
Santé!
As chances de eu gostar do vinho são gigantes...
Então, se você mora em São Paulo, Ribeirão Preto, Vitória, Floripa ou Curitiba, esta é a sua chance de conhecer os vinhos portugueses e criar sua própria opinião sobre eles...
Que tal? Um evento gratuito com vinhos incríveis.

Eu estarei no de São Paulo com certeza. Se organize e participe.

Na capital Catarinense o evento será no dia 28 de agosto...
Se você preferir prestigiar o de Curitiba, segue as informações.

Na cidade de Ribeirão Preto o evento será um sucesso certo, estou tentada a dar um pulo por lá também!
Brindemos com vinho português na taça.
Santé!
Sauvignon Blanc e Pinot Noir: uva que eu amo!
Para nós brasileiros irmos à Nova Zelândia, temos que escolher entre fazer escala no Chile ou na Argentina... Ta mas e o que isso tem haver? Nada! Ou quase nada, afinal as uvas ícones da New Zealand são Pinot Noir e Sauvignon Blanc.
Eu amo a Nova Zelândia, não apenas pelo país que é e pelos vinhos que têm, mas pelas recordações que tenho de lá. As vezes me pergunto o tamanho que não está a pequena Jordan que tinha 2 aninhos quando estive por lá...
Pois bem o assunto hoje é: Sauvignon Blanc e Pinot Noir só que do Chile. Só eu mesmo, eu sei, mas foi o jeito que encontrei de ter um objetivo no evento da Wines of Chile, afinal numa feira a gente precisa ter foco, se não acaba se perdendo no meio de tantos rótulos e estilos.
Vamos lá, provei várias coisas bem interessantes, mas escolhi dois de cada para falar aqui no blog.
O Cono Sur Single Vineyard Pinot Noir, é um vinho que se apresenta bem frutado no nariz, mas com um toque de café que lhe concede um pouco de complexidade, sem perder as características que busco num Pinot Noir. Na boca é delicado e equilibrado, com a intensidade esperada a partir do nariz. Eu gostei bastante. Provei um outro também da Cono Sur incrível, mas optei por este por ser um vinho mais custo benefício.
Valor dele no Brasil: R$ 78,00.
Um vinho com bastante fruta, ele nos traz uma mistura de sensações no nariz, frutas cítricas e tropicais em plena harmonia, com o toque verde que não pode faltar num Sauvignon Blanc. Na boca é fresco e equilibrado, com uma acidez incrível e a fruta necessária para contrabalancear e deixá-lo elegante.
Um vinho que custa em torno de R$50,00 e vale cada centavo.
Um Pinot um pouco diferente do que se espera, mais intenso, com bastante framboesa, mas já apresentando um toque de frutas negras e especiarias. Na boca é equilibrado e intenso, mas sem perder a suavidade que se espera de um Pinot. O preço já o coloca na minha categoria de um vinho que precisa de um motivo para ser aberto. Gosto muito, principalmente de ter bons motivos que me façam escolher rótulos como este na adega.
O vinho custa cerca de R$97,77.
Eu amo a Nova Zelândia, não apenas pelo país que é e pelos vinhos que têm, mas pelas recordações que tenho de lá. As vezes me pergunto o tamanho que não está a pequena Jordan que tinha 2 aninhos quando estive por lá...
Pois bem o assunto hoje é: Sauvignon Blanc e Pinot Noir só que do Chile. Só eu mesmo, eu sei, mas foi o jeito que encontrei de ter um objetivo no evento da Wines of Chile, afinal numa feira a gente precisa ter foco, se não acaba se perdendo no meio de tantos rótulos e estilos.
Vamos lá, provei várias coisas bem interessantes, mas escolhi dois de cada para falar aqui no blog.
O Cono Sur Single Vineyard Pinot Noir, é um vinho que se apresenta bem frutado no nariz, mas com um toque de café que lhe concede um pouco de complexidade, sem perder as características que busco num Pinot Noir. Na boca é delicado e equilibrado, com a intensidade esperada a partir do nariz. Eu gostei bastante. Provei um outro também da Cono Sur incrível, mas optei por este por ser um vinho mais custo benefício.
Valor dele no Brasil: R$ 78,00.
Um vinho com bastante fruta, ele nos traz uma mistura de sensações no nariz, frutas cítricas e tropicais em plena harmonia, com o toque verde que não pode faltar num Sauvignon Blanc. Na boca é fresco e equilibrado, com uma acidez incrível e a fruta necessária para contrabalancear e deixá-lo elegante.
Um vinho que custa em torno de R$50,00 e vale cada centavo.
Um Pinot um pouco diferente do que se espera, mais intenso, com bastante framboesa, mas já apresentando um toque de frutas negras e especiarias. Na boca é equilibrado e intenso, mas sem perder a suavidade que se espera de um Pinot. O preço já o coloca na minha categoria de um vinho que precisa de um motivo para ser aberto. Gosto muito, principalmente de ter bons motivos que me façam escolher rótulos como este na adega.
O vinho custa cerca de R$97,77.
O clássico Sauvignon Blanc. Na verdade quando eu compro uma garrafa de um vinho desta uva é exatamente isso que espero encontrar. Frescor, acidez, fruta com muitas notas verdes de aspargo, na boca ele replica todas as impressões do nariz, mas com um toque elegante de damasco. Gostei muito.
Este vinhos custa em média R$ 100,00 e também está na minha categoria dos vinhos que precisam de um motivo para serem abertos.
Enfim, depois de tantos Sauvignons e Pinots saborosos, voltei para casa para ver minhas séries na TV e terminei de relaxar. Perfeito!
Santé!
Wines of Chile: sempre uma bela experiência!
Se eu perguntar para algum dos meus amigos: qual o primeiro país que te vem a mente quando falo em vinhos? A chance da resposta ser Chile é absurdamente grande.
Isso porque os vinhos chilenos possuem um ótimo custo x benefício, que é o que a maioria dos brasileiros procura num vinho.
Mas o Chile é muito mais do que isso. É uma terra fértil e abençoada, é um dos países que mais se destaca hoje na produção de vinhos de qualidade, no novo mundo. Sua diversidade é tanta que podemos dizer que tem "Chile" para todos os gostos e bolsos.
Pois bem, semana passada aconteceu o evento da Wines of Chile, em São Paulo. O evento foi um sucesso, tinha muita gente querendo descobrir as novidades dos produtores chilenos.
Eu cheguei cedinho para Master Class. O tema deste ano "Os Extremos do Chile". Foi bem legal! Aliás, essas "aulas" são sempre um aprendizado, afinal degustar o vinho ouvindo o que o produtor tem a dizer agrega muito sabor à taça.
Dos que eu degustei os 3 que mais gostei foram:
O Los Patricios Chrdonnay 2010 tem aromas de frutas cítricas, tropicais e notas de tostado que lhe concede elegância. Na boca se mostrou refrescante, com um toque de mineral, acidez elevada e um final bem prazeroso.
O Insolente Carignan 2010 é um vinho bem apaixonante. Eu adorei o rótulo e o nome, alegres como o líquido que nos aguarda dentro da garrafa. No nariz o vinho se mostra bem perfumado com bastante fruta e um toque de especiarias. Na boca é equilibrado e elegante, perfeito para qualquer momento feliz.
O Tara Red Wine 1 - 2012, é feito a base de Pinot Noir. Ele apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, o que eu busco num Pinot Noir. Mas tem um diferencial: possui um toque de "terra", que não se sobressair à fruta e por isso fica perfeito. Na boca, é harmônico, redondinho, frutado e com um toque salgadinho que dá um charme ao vinho.
Outra coisa bacana do evento foi que eles providenciaram senha de wi-fi para todos, ou seja, não ficamos isolados do mundo dentro do hotel Unique, já que lá embaixo não há jeito de ter rede 3G funcionando.
Parabéns aos produtores, à organização e a toda Wines of Chile pelo evento.
Santé!
Isso porque os vinhos chilenos possuem um ótimo custo x benefício, que é o que a maioria dos brasileiros procura num vinho.
Mas o Chile é muito mais do que isso. É uma terra fértil e abençoada, é um dos países que mais se destaca hoje na produção de vinhos de qualidade, no novo mundo. Sua diversidade é tanta que podemos dizer que tem "Chile" para todos os gostos e bolsos.
Pois bem, semana passada aconteceu o evento da Wines of Chile, em São Paulo. O evento foi um sucesso, tinha muita gente querendo descobrir as novidades dos produtores chilenos.
Eu cheguei cedinho para Master Class. O tema deste ano "Os Extremos do Chile". Foi bem legal! Aliás, essas "aulas" são sempre um aprendizado, afinal degustar o vinho ouvindo o que o produtor tem a dizer agrega muito sabor à taça.
Dos que eu degustei os 3 que mais gostei foram:
O Los Patricios Chrdonnay 2010 tem aromas de frutas cítricas, tropicais e notas de tostado que lhe concede elegância. Na boca se mostrou refrescante, com um toque de mineral, acidez elevada e um final bem prazeroso.
O Insolente Carignan 2010 é um vinho bem apaixonante. Eu adorei o rótulo e o nome, alegres como o líquido que nos aguarda dentro da garrafa. No nariz o vinho se mostra bem perfumado com bastante fruta e um toque de especiarias. Na boca é equilibrado e elegante, perfeito para qualquer momento feliz.
O Tara Red Wine 1 - 2012, é feito a base de Pinot Noir. Ele apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, o que eu busco num Pinot Noir. Mas tem um diferencial: possui um toque de "terra", que não se sobressair à fruta e por isso fica perfeito. Na boca, é harmônico, redondinho, frutado e com um toque salgadinho que dá um charme ao vinho.
Outra coisa bacana do evento foi que eles providenciaram senha de wi-fi para todos, ou seja, não ficamos isolados do mundo dentro do hotel Unique, já que lá embaixo não há jeito de ter rede 3G funcionando.
Parabéns aos produtores, à organização e a toda Wines of Chile pelo evento.
Santé!
Wine Senses, vinhos e simpatia portuguesa.
Participei de uma experiência incrível semana passada. A festa da Wine Senses foi diferente, especial e intensa.
Na oportunidade clientes, parceiros e amigos puderam conhecer um pouquinho mais do trabalho da empresa, assista o vídeo deles e saiba mais.
Agora, voltando a festa. Além de network, as pessoas puderam experimentar diversos vinhos portugueses, minha paixão, e além disso tiveram a oportunidade de degustar 7 deles de modo bem especial.
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Agora, voltando a festa. Além de network, as pessoas puderam experimentar diversos vinhos portugueses, minha paixão, e além disso tiveram a oportunidade de degustar 7 deles de modo bem especial.
José Santanita em parceria com músicos, harmonizaram os vinhos com músicas brasileiras e portuguesas, sendo a sua maioria fados bem intensos, daqueles clássicos que são sentimento puro.
Os que mais gostei foram:
O Esporão 4 Castas é um vinho com quatro características: macio, leve doçura, envolvente e refrescante. Além disso ele nos remete a quatro sentimentos: amor, intensidade, paixão e saudade. Esse vinho foi harmonizado com a música "Saudade do Brasil em Portugal" escrita por Vinícius de Moraes, durante o exílio.
O outro vinho que gostei muito foi o Dão Bella - Superior. Um vinho alegre intenso e macio, assim como a música com o qual foi harmonizado, Brasileirinho, composto por Waldir Azevedo. A elegância da Touriga Nacional combinou perfeitamente com o lado envolvente da música.
Por último o Grand'Arte harmonizado com Samba das Índias. Um vinho com personalidade forte que combinou bem com a força e vontade de viver das pessoas referidas na música. Uma verdadeira obra de arte. O vinho possui aromas de frutas maduras é saboroso e com um final super intenso.
O Esporão 4 Castas é um vinho com quatro características: macio, leve doçura, envolvente e refrescante. Além disso ele nos remete a quatro sentimentos: amor, intensidade, paixão e saudade. Esse vinho foi harmonizado com a música "Saudade do Brasil em Portugal" escrita por Vinícius de Moraes, durante o exílio.
O outro vinho que gostei muito foi o Dão Bella - Superior. Um vinho alegre intenso e macio, assim como a música com o qual foi harmonizado, Brasileirinho, composto por Waldir Azevedo. A elegância da Touriga Nacional combinou perfeitamente com o lado envolvente da música.
Por último o Grand'Arte harmonizado com Samba das Índias. Um vinho com personalidade forte que combinou bem com a força e vontade de viver das pessoas referidas na música. Uma verdadeira obra de arte. O vinho possui aromas de frutas maduras é saboroso e com um final super intenso.
Para finalizar queria citar uma frase que ouvi no evento e adorei: meu coração é vida, meu corpo é brasileiro e meu sangue é puro vinho.
Parabéns aos envolvidos pela deliciosa experiência. Vou fazer umas harmonizações com música em casa, deve dar pano pra manga as sensações!
Santé!
Sbav: um grupo para acrescentar!
Fui convidada à participar de um encontro da Sbav - Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho - para conhecer um pouco mais do que é este grupo tão enturmado.
Além de cursos, jantares e encontros de vinhos, a Sbav fornece uma série de descontos e benefícios para os associados.
A missão deles é: " Reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e demais pessoas que se interessem em degustar e estudar vinhos, assim como difundir a cultura social deste produto alimentício milenar. Além de debater e promover a enologia em geral e, em especial, cooperar com instituições públicas ou particulares ligadas a enologia e a vitivinicultura."
O objetivo geral é o mesmo do Château de Jane, aumentar o consumo de vinho no Brasil e qualificá-lo para que cada vez mais as pessoas sintam o prazer de abrir um bom vinho.
Na noite degustamos 3 vinhos, mas o mais legal da noite, foi conversar e conhecer pessoas que também gostam de vinho e que sabem que o especial não é abrir uma garrafa qualquer, mas abrir um vinho com história e personalidade.
Informe-se e faça parte desta "tribo" do bem, pessoas com muitas experiências para trocar.
Santé!
Além de cursos, jantares e encontros de vinhos, a Sbav fornece uma série de descontos e benefícios para os associados.
A missão deles é: " Reunir, congregar e integrar apreciadores, estudiosos, enófilos, enólogos e demais pessoas que se interessem em degustar e estudar vinhos, assim como difundir a cultura social deste produto alimentício milenar. Além de debater e promover a enologia em geral e, em especial, cooperar com instituições públicas ou particulares ligadas a enologia e a vitivinicultura."
O objetivo geral é o mesmo do Château de Jane, aumentar o consumo de vinho no Brasil e qualificá-lo para que cada vez mais as pessoas sintam o prazer de abrir um bom vinho.
Na noite degustamos 3 vinhos, mas o mais legal da noite, foi conversar e conhecer pessoas que também gostam de vinho e que sabem que o especial não é abrir uma garrafa qualquer, mas abrir um vinho com história e personalidade.
Informe-se e faça parte desta "tribo" do bem, pessoas com muitas experiências para trocar.
Santé!
Arboleda: vinhos e qualidade.
Semana passada fui conhecer os vinhos da Arboleda, uma vinícola chilena que acredita na qualidade com sustentabilidade e se preocupa com a preservação de seus mais de 1450 hectares de bosques nativos. Fora essa parte social, experimentei os seus vinhos e percebi que a Arboleda também faz vinhos incríveis.
Eles têm apenas seis vinhos, todos varietais. Só não provei o Syrah, mas de todos os outros que degustei, separei um branco e um tinto para dar mais detalhes:
O branco foi o Sauvignon Blanc, um vinho muito aromático que nos convida ao primeiro gole. Com aromas cítricos, um toque herbáceo e um pouco de mineral. Na boca é fresco, com acidez balanceada, elegante e saboroso. Muy bueno!
O tinto que separei foi o meu preferido: o Pinot Noir. Um vinho com cara de pura sofisticação, um carinho, tanto ao paladar quanto ao coração. Ele apresenta fruta vermelha com um toque de especiarias. Na boca, é um verdadeiro afago com leves notas de tostado. Tanino macio, persistência longa, simplesmente fantástico. Increíble!
Outra coisa bem bacana do evento, foi ouvir a Macarena Rodriguez, Brand Manager da Arboleda, falando não só sobre a história e sobre os vinhos da vinícola, mas explicando um pouco mais sobre os vinhos do Chile, suas regiões, solos e terroirs em geral.
Vale a pena provar cada um dos vinhos, eles são trazidos pela Expend, e o mais legal de tudo é que comprar na loja da Expand é muito agradável e a compra pode facilmente se transformar em um belo programa de fim de semana.
Santé!
Eles têm apenas seis vinhos, todos varietais. Só não provei o Syrah, mas de todos os outros que degustei, separei um branco e um tinto para dar mais detalhes:
O branco foi o Sauvignon Blanc, um vinho muito aromático que nos convida ao primeiro gole. Com aromas cítricos, um toque herbáceo e um pouco de mineral. Na boca é fresco, com acidez balanceada, elegante e saboroso. Muy bueno!
O tinto que separei foi o meu preferido: o Pinot Noir. Um vinho com cara de pura sofisticação, um carinho, tanto ao paladar quanto ao coração. Ele apresenta fruta vermelha com um toque de especiarias. Na boca, é um verdadeiro afago com leves notas de tostado. Tanino macio, persistência longa, simplesmente fantástico. Increíble!
Outra coisa bem bacana do evento, foi ouvir a Macarena Rodriguez, Brand Manager da Arboleda, falando não só sobre a história e sobre os vinhos da vinícola, mas explicando um pouco mais sobre os vinhos do Chile, suas regiões, solos e terroirs em geral.
Vale a pena provar cada um dos vinhos, eles são trazidos pela Expend, e o mais legal de tudo é que comprar na loja da Expand é muito agradável e a compra pode facilmente se transformar em um belo programa de fim de semana.
Santé!
Qualimpor: trazendo verdadeiras delícias!
Como eu vivo dizendo, eventos de vinhos têm aos montes aqui na cidade de São Paulo. Tem vários que não consigo ir, mas tem uns eventos que faço de tudo para não perder.
Semana passada teve a feira dos vinhos da Qualimpor, uma importadora que eu admiro muito pela qualidade dos vinhos. Só coisa boa, daqueles que a gente escolhe a garrafa de olhos fechados porque tem certeza que vai beber algo incrível.
Na feira eu provei várias coisas diferentes, além dos clássicos da Freixenet, Esporão e Quinta do Crasto, que eu adoro!
De todas novidades que provei, escolhi dois da Quinta do Crasto e dois do Esporão para dar destaque, sendo um tinto e um branco de cada.
O "Flor de Crasto", é um vinho super fresco. Com aromas cítricos e florais. Na boca é equilibrado com um toque salgadinho. Ele é um corte de Rabigaro, Códega e Viosinho, usas portuguesas, claro!
O outro vinho que gostei muito é o "Roquette & Cazes", também da Quinta do Crasto. Um corte de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz muito elegante e equilibrado, daqueles vinhos que parecem um verdadeiro carinho.
O branco do Esporão escolhido, foi o "2 Castas", um corte de Viosinho e Semillon. Um vinho intenso e fresco. Com aromas de fruta branca e notas florais bem marcantes. Perfeito para um dia de sol, mesmo com esse friozinho que está chegando por aqui.
Por último, também do Esporão, o "4 Castas", um vinho feito com Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, Tinta Miúda e Touriga Franca. No nariz aparece bastante fruta vermelha, com um toque de especiarias. Na boca é intenso e equilibrado, super incrível. Um vinho para um dia, ou noite, especial.
Sigo provando as delícias de Portugal e sigo apaixonada pelos vinhos de lá!
Santé!
Semana passada teve a feira dos vinhos da Qualimpor, uma importadora que eu admiro muito pela qualidade dos vinhos. Só coisa boa, daqueles que a gente escolhe a garrafa de olhos fechados porque tem certeza que vai beber algo incrível.
Na feira eu provei várias coisas diferentes, além dos clássicos da Freixenet, Esporão e Quinta do Crasto, que eu adoro!
De todas novidades que provei, escolhi dois da Quinta do Crasto e dois do Esporão para dar destaque, sendo um tinto e um branco de cada.
O "Flor de Crasto", é um vinho super fresco. Com aromas cítricos e florais. Na boca é equilibrado com um toque salgadinho. Ele é um corte de Rabigaro, Códega e Viosinho, usas portuguesas, claro!
O outro vinho que gostei muito é o "Roquette & Cazes", também da Quinta do Crasto. Um corte de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz muito elegante e equilibrado, daqueles vinhos que parecem um verdadeiro carinho.
O branco do Esporão escolhido, foi o "2 Castas", um corte de Viosinho e Semillon. Um vinho intenso e fresco. Com aromas de fruta branca e notas florais bem marcantes. Perfeito para um dia de sol, mesmo com esse friozinho que está chegando por aqui.
Por último, também do Esporão, o "4 Castas", um vinho feito com Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, Tinta Miúda e Touriga Franca. No nariz aparece bastante fruta vermelha, com um toque de especiarias. Na boca é intenso e equilibrado, super incrível. Um vinho para um dia, ou noite, especial.
Sigo provando as delícias de Portugal e sigo apaixonada pelos vinhos de lá!
Santé!
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