Mostrando postagens com marcador Chardonnay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chardonnay. Mostrar todas as postagens

Garzón: Um Belo Passeio no Uruguai


Escrever sobre vinho é um hobby. Um hobby recheado de sabor.
Dentre todas as coisas que envolvem ter um blog de vinho a mais legal delas, com certeza, é quando fazemos visitas à vinícolas. Pois além de ricas em conteúdo, história e cultura, essas experiências são cheias de sabores e belezas.

006 Chardonnay Estate 2013 - Vinho branco para o verão


Estamos no Brasil, país tropical onde o calor infernal nos acompanha boa parte do ano. Ao contrário do que se imagina, por aqui o vinho mais vendido é tinto. Já ouvi diversas vezes pessoas comentando que vinho bom é Cabernet Sauvignon, o mais surpreendente é que já ouvi isso de gente que mora no nordeste brasileiro. Isso não quer dizer que os nordestinos não possam gostar de vinho tinto, até porque o importante mesmo é o vinho estar na temperatura correta. 

Viña Ventisquero revelando um Chile incrível


Quando me mudei para Porto Alegre, em 2003, eu amava Carménère chileno, era o meu "queridinho". Toda vez que ia ao Uruguai, na volta comprava caixas e caixas no freeshop para guardar na minha adega, que na verdade era a parte de baixo do guarda-roupa. Isso não é mais a minha realidade, aliás hoje moro em São Paulo, tenho uma adega de verdade e nunca compro caixas e caixas do mesmo vinho. Isso porque percebi que experimentar coisas novas me traz alegria.

Clos des Fous


Eu estava há tempos querendo escrever sobre dois vinhos que eu provei e gostei muito, só que os dias vão passando e as coisas acontecendo e acabei não conseguindo parar para fazê-lo.
Foi bom, pois semana passada pude provar mais alguns rótulos do mesmo produtor, que agora está sendo trazido para o Brasil pela World Wine.
O produtor Clos des Fous surgiu em 2008 numa parceria de 4 amigos no Chile. De lá para cá os vinhos ganharam rótulos bacanas e personalidade própria.

Vinhos brancos para o inverno


De um modo geral as pessoas acreditam que vinho branco combina com o verão e que vinho tinto combina com o inverno. Além disso, também é comum a gente ouvir que vinho branco a gente tem que beber rápido e que vinho tinto a gente pode guardar uns anos. Isso tudo pode até ser uma forma bem ampla de pensar o vinho e não chega a estar errada, principalmente com os exemplares de vinhos brancos que o brasileiro está acostumado a tomar. Mas existem rótulos bem interessantes que vão de encontro a essas afirmativas.

Estrella Chardonnay: um californiano "BBB"


Viajar é muito bom, mas ficar em casa também pode ser. Desde que saibamos aproveitar cada dia como sendo único. Isso porque vivo pensando que não podemos deixar para viver amanhã a vida de hoje…
Por isso tento sempre transformar meus dias em eventos pessoais, isso sem esquecer que os dias da semana também devem ser vividos. Por isso num fim de tarde comum marquei com minha prima um jantarzinho. Como ela prefere vinho branco, fui para geladeira olhar o que eu tinha disponível para levar.

De Loach Chardonnay e Pinot Noir


O mundo têm infinitas regiões, os homens têm infinitas preferências, a realidade nos mostra infinitas possibilidades. O bom disso tudo é que sempre estamos aprendendo e conhecendo mais sobre as infinitas coisas que desconhecemos. 

Vinhos na bagagem


Fui viajar para o Sul, era aniversário da minha mãe, afinal estar com a família é sempre o maior presente, tanto para ela quanto para mim.

Sempre que vou para o Sul levo uns vinhos legais para poder abrir com meus pais, pois é muito bom beber vinhos especiais com pessoas importantes para a gente.
Escolhi 3 garrafas, pois como só ia passar o fim de semana não precisava levar uma caixa, pois em vôos nacionais a gente pode carregar até 6 garrafas de 750 ml de vinhos sem despachar. 
Bom, voltando aos escolhidos.

Delivery para a Páscoa, no Bar Espírito Santo.



Hora de começar a pensar o cardápio da Páscoa. A gente adora cozinhar, sempre fica pensando em receitas gostosas para agradar nas refeições mais especiais, mas tem caso que não adianta, o melhor mesmo é comprar pronto.
O Bar Espírito Santo tem delivery e é uma super opção, tanto para a Páscoa, quanto para qualquer dia do ano.

Bouza, exemplares perfeitos de vinhos Uruguaios.



Aqueles que são leitores assíduos do Château de Jane sabem o quanto eu sou sou apaixonada pelo Uruguai. Esta semana comentei com uns amigos que deveríamos ir morar em Montevideo quando nos aposentássemos.

O mundo dos Chablis #CBE

O tema deste mês da CBE - Confraria Brasielira de Enoblogs - foi Chablis, eu estou atrasada, mas o que vale é não deixar de escrever, né colegas?!
Vamos lá...
Você já deve ter ouvido falar nos vinhos de Chablis? Provavelmente sim, pois são vinhos famosos no mundo inteiro. E se já escutastes falar, ou já provastes algum, sabes exatamente o que isso quer dizer?
Quando falamos em vinhos europeus toda a nomenclatura que conhecemos aqui, no novo mundo, cai por terra, afinal lá são as regiões que definem os vinhos, aqui temos o hábito de defini-los através das uvas.
Pois bem, Chablis é sinônimo de Chardonnay!




São dividido em:
Petit Chablis com 18% da produção, vinhos famosos pelo frescor e descontração, são mais jovens, perfeitos para acompanhar petiscos numa tarde de sol.
Os Chablis, com a maioria, 66% da produção, talvez por isso sejam os mais conhecidos, são vinhos frescos, frutados, com potencial de guarda, com mais estrutura e volume na boca. Eu diria que são perfeitos para um jantar entre amigos acompanhando um belo prato de frutos do mar.
Chablis Premier Cru, com 14% da produção são vinhos de guarda, mais vibrantes e bem minerais, que combinariam perfeitamente com uma daquelas paisagens incríveis de filmes.
E os Chablis Grand Cru, com apenas 2% da produção, são especialíssimos, vinhos delicados, volumosos, envolventes, com um toque de flores. Vinhos com uma capacidade de guarda inacreditável para nós brasileiros. Afinal aqui aprendemos que vinhos brancos com mais de 5 anos, é melhor nem comprar... Pois bem, esses são diferentes, brancos mais velhos merecem o mesmo respeito que os grandes vinhos de guarda do mundo.




Participei de uma aula do Senac em parceria com o BIVB (Bureau Interprofissionel des Vins de Bourgogne). O Professor Jean Claude Cara ensinou peculiaridades sobre esses líquidos preciosos e, no final da aula, provamos vinhos simplesmente incríveis, que me deram um verdadeiro panorama do que posso sonhar em ter nas minhas taças de vinho branco.
Santé!

Vinhos bons, bonitos e baratos.

Quando se fala em vinhos baratos, pensa-se na hora em vinhos de baixa qualidade, mas isso não é verdade. É possível consumir vinhos bons, bonitos e baratos!




Já escrevi aqui uma vez sobre o Baladero, Cabernet Sauvignon, um vinho super gostoso que ficou no Top 5 em um dos Encontros de Vinhos deste ano. 




Essa semana estive na Barrica Negra, importadora que traz os vinhos da Fermasa para o Brasil. A Fermasa é uma vinícola argentina com alma brasileira, que tem como objetivo maior produzir vinhos de qualidade com preço justo. Seus vinhos vão de R$33,50 à R$57,00, perfetiro, não?!!





O Chardonnay é um vinho super refrescante, contagiante e alegre, isso significa que é uma ótima pedida para o verão, que está prometendo ser bem quente mesmo.R$35,50.




O Syrah foi, sem dúvida, o meu preferido. Um vinho intenso, saboroso, com corpo médio, capaz de encantar às pessoas que gostam de vinho. Faça o teste, coloque o vinho num decanter, sirva às visitas e espere os comentários. Só conte o preço no final, você vai se surpreender com a opinião das pessoas. R$33,50.




O Espumante é super custo benefício. Aromas florais, com toque de abacaxi, na boca apresenta a acidez necessária para encontrar a felicidade. Adorei. R$52,00.




São ótimas opções para presentes de fim de ano, ou mesmo como opção para servir nas festas. Seja para beber, seja para dar de presente de Natal, ou de amigo secreto, os baladeros são, sem dúvida, uma boa idéia.
Santé!

Chardonnay para todos!

Ontem, primeiro domingo de junho, foi o Dia do Vinho no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, para comemorar a data resolvi escrever sobre um estilo de vinho que cada vez admiro mais, o Chardonnay.
Esta uva é ícone da Bourgogne e foi disseminada pelo mundo. O mais legal de ser cultivada por diversos países é que podemos ver as diferenças do terroir no resultado final do vinho. Assim, temos a oportunidade de escolher entre diversos estilos de Chardonnays para os diversos momentos de nossa vida.


Ambos Importados pela Grand Cru

O Backhouse é um vinho do novo mundo, bem tropical, tanto no aroma quanto nos sabores, sem madeira ele é fresco e combina com aqueles momentos mais divertidos e alegres.
Já o La Vignée, da Bourgogne, é um vinho mais tradicional, passou por barrica que lhe concedeu um toque de baunilha, mas sem perder a fruta. Redondo no paladar, pronto para acompanhar um dia de sol no inverno, sim branco no inverno, porque não!?





O Brasil tem incríveis Chardonnays, hoje quero dar ênfase ao da Casa Venturini Chardonnay Reserva 2011, que recebeu do International Wine Challenge, em Londres, o título de Menção Honrosa - Recomendado. Um vinho bem aromático, com boa intensidade e frescor. 
Os brasileiros estão ganhando espaço mesmo, neste concurso 29 vinhos receberam títulos entre mais de 10 mil vinhos de 40 países do mundo. Fico feliz de ver os Vinhos do Brasil se destacando, mostra que estamos aprendendo direitinho a lição.
E viva o vinho!
Santé!

Casa Valduga: exemplo de como receber bem!

Ontem, depois de um dia tri diferente e cansativo, cheguei em casa mega cansada, louca para tomar uma taça de vinho e ver a novela, mas pensei, mais uma vez, que não seria justo comigo mesma deixar a vida passar sem aproveitá-la, então resolvi ir num super evento que a Casa Valduga organizou no Iate Club de Santos, em Higienópolis, bem pertinho de casa.




Valeu mesmo a pena, além de degustar ótimos vinhos, pude conversar com amigos que eu não via há tempos, num ambiente agradabilíssimo, aliás parabéns às gurias da Ch2a pela organização, estava tudo muito bonito.




Agora chega de papo e vamos aos vinhos. Como cheguei tarde, só tomei 4 tacinhas...




Maria Valduga: Um espumante muito gostoso, com um perlage incrível e com um som de mar relaxante,  além de um glamour todo especial da sua garrafa. Eu compraria para brindar um evento muito especial, daqueles que a gente revive a todo momento só de lembrar. 




Depois foi a vez do meu preferido da noite: Gran Reserva - Nature: Nossa, fiquei impressionada, sem sombra de dúvidas um espumante elegante e sofisticado. Sem mais a declarar... PERFEITO!




Gran Leopoldina - Chardonnay: Um vinho refrescante, saboroso, fácil de beber. Frutado, aromático, daqueles que tendem a fazer um momento ficar especial. 




E para terminar, eu não poderia sair de lá sem tomar um Pinot Noir, lógico. O Premivm Identidade, é um clássico Pinot, bem clarinho, aromático e fácil de beber. Daqueles que fazem ressaltam a fama dos Pinots de serem vinhos delicados. 




Na saída um brinde carinhoso. Achei sensacional a idéia de dar-nos um Brandy engarrafado na hora...




Parabéns à Casa Vadulga, pelo cuidado e capricho na recepção.

Sem dúvida, valeu à pena ter perdido a novela!
Santé!

Carta de Alforria para sair com as amigas!

É difícil escrever dois textos diferentes sobre o mesmo lugar, afinal a minha visão é uma só. Mas como não escrever no Château de Jane sobre esses locais maravilhosos que tenho ido para abastecer a minha coluna no blog Papo de Vinho, do Beto Duarte?
Pois é, o jeito é escrever um novo texto sobre o mesmo ponto de vista. Se você já leu na coluna, okay, você está liberado para voltar aos seus afazeres.
Há duas semanas fui numa doceria, entrei porque achei bonitinha, estava passando e não resisto a um lugar atraente mesmo! Então, descobri que a Lecker Haus. 




A doceria é gaúcha e fiquei toda orgulhosa, acho que a distância sempre nos deixa com mais amor, salve devidas proporções, exemplo disso é o Brazilian Day, com mais de 1,5 milhão de pessoas em Nova York. 


Estava sozinha e com compromisso marcado, não cheguei a provar as tortas da casa, mas fiquei com vontade de saber se são tão deliciosos quanto os doces do sul. Afinal, qualquer um que já experimentou um doce de lá sabe, que mesmo quando não são bonitos, são incríveis em sabor. 
Enfim, o que isso tem a ver com vinho? Tudo! A idéia é fazer da Lecker Haus um point de encontro com minhas amigas casadas e amarradas aos namorados que não conseguem carta de alforria nem para um happy hour. Pronto, resolvido o problema, elas podem tomar café, enquanto eu tomo um belo Chardonnay...


É só tomar cuidado para a minha taça não aparecer na foto na hora do Check in no facebook.


A casa não oferece muitas opções de vinhos, mas os três rótulos escolhidos foram bem felizes e conseguem agradar a maioria dos paladares. Carmenère para uma taça descompromissada, Cabernet Sauvignon para acompanhar uma refeição um pouco mais complexa e o Chardonnay para um brinde casual de verão à amizade.


Um dos meus problemas está resolvido... 
Santé!

Brancos para brindar no verão!

Ontem me chamaram para uma degustação diferente. Não, não era de água, nem de brigadeiro (um sonho não realizado). A degustação foi diferente porque foi descontraída e animada, o que não é muito comum no mundo dos vinhos.
A Buywine, loja virtual de vinhos, é um empresa jovem e despojada, assim como seus clientes, que compram através da internet sem pudor, sem medo, com a certeza de que vão receber seus produtos em casa da melhor forma possível. Desde o instante que cheguei, fui extremamente bem tratada.
Simpatia, receptividade e carisma, essas foram algumas das impressões que tive da empresa.
Comprando pelo site, os clientes recebem suas compras em 48h, com um frete fixo de R$25,00, ou seja, não importa  nem onde moras, nem a quantidade de garrafas, o valor é fechado. E acima de R$300,00 o frete fica por conta da Buywine. Perfeito para calcular melhor o custo e transformar uma compra em um investimento.



Pelo que pude entender, o site conta com diversas explicações sobre cada rótulo, pois é através delas que o público passa a conhecer um pouco de cada vinho e o que poderá sentir ao degustá-lo. Achei incrível quando o André Travaglia disse que a Buywine vende muito mais que vinho, vende história.
Bom, ontem degustamos 15 rótulos diferentes, divididos em brancos, velho mundo e novo mundo. Hoje, vou escrever apenas dos brancos, pois como foram sentimentos muito diferentes, não consigo compará-los.


R$ 24,00

Dos 5 brancos que tomamos o melhor custo benefício foi o Santa Ema Sauvignon Blanc, um vinho leve, aromático, com gosto de férias, daqueles que no primeiro gole já retira 3 quilos das nossas costas. 


R$ 94,00

O mais completo e equilibrado, foi o Loma Larga, um Chardonnay estruturado, mas que pelo preço, eu o guardaria para um brinde especial.


R$ 109,00

O TH, não me surpreendeu porque já conheço sua qualidade e complexidade. Acho um vinho incrível, neste caso do Sauvignon Blanc, ele é bem vegetal e fica perfeito para acompanhar um almoço num domingo de verão.


R$ 80,00

Do Marina todo mundo adorou, mas eu preciso dizer que não sou muito de vinhos minerais.


R$ 53,00

Mas o meu xodó mesmo, foi o Tamaya, um vinho 
que eu não conhecia, um corte de Viognier e Chardonnay, bem refrescante, como a maioria dos brancos, mas complexo o suficiente para ser classificado como um vinho que pode ser aberto em toda e qualquer situação, seja somente para degustá-lo, seja para acompanhar uma refeição leve. No caso do Tamaya, o investimento é sob medida para quem gosta de vinho.



No próximo capitulo, detalhes sobre os tintos da noite.
Santé!

Vinícola Góes: Portugal em pleno Brasil!

Quando falamos em vinhos do Brasil, logo vem em nossa cabeça o Vale dos Vinhedos e toda aquela cultura italiana que encontramos na Serra Gaúcha.




Neste sábado, viajei à Portugal sem sair de São Paulo, fui visitar a Vinícola Goés, em São Roque. Sim, uma vinícola portuguesa em pleno sudeste brasileiro.




Estamos em época de colheita e por isso a Góes receberá turistas para  participar da "Vindima", até o dia 03 de fevereiro. Eu não perdi tempo e já passei por lá.




Vindima é a colheita da uva, mas como evento, podemos defini-la como uma experiência de fazer nosso próprio vinho.
Foram duas horas com muita diversão. Chegamos e, após ouvir um pouco sobre a história de sucesso e dedicação da família Góes, fomos de trenzinho para os parreirais. 




Ali, teve início uma experiência sensacional. Além de ver a diferença entre diversas variedades de uvas, sentir seu aroma, foi incrível colher seus cachos e, mais do que isso, comê-los direto do pé. 
Uhhhh, no mínimo 50% mais saboroso, pela ambientação.




Depois fomos pisar as uvas. Uma sensação "estranha", posso dizer que gostei muito mais da colheita, mas valeu para poder falar com conhecimento de causa. 




Depois, a família Góes nos recebeu com um almoço português caprichado. De entrada bolinho de bacalhau, ovo verde, além de outras delícias como o maravilhoso queijo da Serra da Estrela.


Após o prato principal, que foi massa com bacalhau, a sobremesa, lógico, foi pastel de Santa Clara.
Para harmonizar tudo isso, eu escolhi o Chardonnay da Casa Venturini, vinícola responsável pelos vinhos finos da Góes.



O encerramento foi com chave de ouro, assistimos a apresentação de um grupo de dança portuguesa. 




Se você se interessou, procure a Góes e agende sua visita, mas corra ou só na Vindima do ano que vem.
Santé!