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Fast Berlin: viagem sem sair de São Paulo



São tantos lugares neste "mundão" que eu gostaria de conhecer, que nem tenho ideia da minha lista de prioridades. Infelizmente não é todo dia que conseguimos tirar férias e sair pelo mundo a fora, até porque com essa crise, não há dinheiro que dê conta do nosso dia a dia, quem dirá das nossas viagens.
Mas o fato é que a gente não precisa sair de São Paulo para conhecer a gastronomia do mundo todo. 

Viva a Alemanha!

Hoje eu acordei e fui dar a clássica olhadinha na minha timeline do Facebbok. Pois bem, vi uma matéria que saiu na Zero Hora, que uma amigona do Sul compartilhou.

Veja o link.

Não sei vocês, mas eu estou aqui em São Paulo, e apesar de ver nuvens no céu de vez enquando, é raro ver chuva, chuva de verdade. 
Estou longe da minha terra, mas não sou alienada. O povo do Rio Grande do Sul está sofrendo muito com as chuvas. Tem aqueles que sofrem, por não poder recarregar a energia de vida que o sol oferece, mas tem os que estão sofrendo por ver sua casa e sua vida de baixo de muita água. 
Todo ano é a mesma história, o homem inventa de tudo, mas evitar a seca da Cantareira e a inundação no Sul, ainda não conseguiu.




Bom, hoje o brinde é novamente para os alemães, que, depois que jogaram em Porto Alegre, resolveram fazer uma doação para as vítimas das enchentes no estado. 
Parabéns a este povo que nos cativou pelo futebol e pelo carácter. 

Beifall!(by translator.)

O charme da Riesling

O tema da Confraria Brasileira de Enoblogs do mês de maio foi escolhido pela minha amiga Evelyn, do Taças e Rolhas. Se acertar este tema fosse como acertar na loteria, eu estaria rica. Lógico que ela escolheu Riesling como tema. A rainha das uvas brancas é também a rainha das uvas no coração da minha amiga.




Enfim, muitas vezes eu acabo não postando o tema escolhido por não conseguir degustar algo que se encaixe com o que foi sugerido, mas este mês consegui me enquadrar e aqui vamos nós. 
A Riesling é a uva ícone da Alemanha, ela possui uma grande diversidade alcoólica e por isso podemos encontrar vinhos leves, com 8% de álcool, e uns mais intensos, com até 13% de álcool. Isso é sensacional, pois podemos escolher o que queremos tomar de acordo com o cardápio, ou de acordo com o clima do momento.
Até mesma a doçura da Riesling é versátil, podemos encontrar vinhos secos e vinhos de sobremesas, feitos através da colheita tardia das uvas.
De um modo geral ela é super aromática, com notas de maçã, pera, pêssego e limão. Na boca, a predominância são as frutas brancas e com boa acidez. Isso sem falar na persistência do mineral e do salgado do retrogosto.



Bom, experimentei três Rieslings da mesma região e pude sentir a influência do solo no resultado final do vinho.
Os nomes são bem o que o vinho apresenta mesmo, o Elegante mostra toda sua elegância no sabor, claro sem fugir do que se espera num Riesling. O Mineral é o mais salgadinho de todos até mesmo com um toque de petróleo bem específico. Por último, o que eu mais gostei, um vinho com um grande equilibrio em boca, refrescante, com seu lado mineral equilibrado. Enfim, incrível! 
Bom, meu forte não são os Rieslings, mas estou começando a ter uma grande admiração por estes vinhos tão fascinantes. 
Santé!

A Vinci nos leva para viajar pelo mundo!

Continuando a série "viajando pelo mundo sem carimbar o passaporte" segue mais um post sobre eventos de vinhos.




A Vini Vinci organizou uma feira muito legal. Legal, porque acredito que conhecer um vinho antes de comprá-lo é uma forma de investir com segurança. Eu não gosto de adquirir nada às cegas, a possibilidade de colocar dinheiro fora me tira o sono. Então, nada melhor que provar antes e, assim, ter certeza de estar levando para casa algo que realmente agrada o meu paladar.


Jose Luis Cornejo

Quarta-feira passada estive na Alemanhã, Italia, França, Nova Zelandia, Espanha e Uruguai. Bebi vinhos realmente incríveis, com a oportunidade de experimentá-los ouvindo as explicações dos produtores, e nada melhor que uma pessoa da vinícola para passar o que realmente importa em cada garrafa.
Eu escolhi quatro para citar, por razões diferentes, ou seja, não é ranking.



O primeiro, em homenagem a minha amiga Evelyn Fligeri, do blog Taças e Rolhas, que não pôde me fazer companhia. O Wehlener Sonnenuhr Selbach-Oster Riesling Auslese 2003 é um vinho bem diferente do que eu já havia experimentado, acredito que ficaria uma delícia com uma comida bem apimentada, ou então com a sobremesa mesmo, um vinho para se deliciar naquela conversa pós almoço com os amigos.



O outro vinho que escolhi foi o Viña Tondonia Gran reserva 1994, um vinho super equilibrado, completo. Caro, é verdade, mas, se eu tivesse dinheiro sobrando, certamente compraria pelo simples fato de ser de um ano especial para mim, e qual a graça maior em se tomar vinhos antigos? Para mim é isso, relembrar momentos especiais da nossa história e brindar a felicidade que construímos a partir dos mesmos.




O terceiro vinho que escolhi é foi o Chemin de Moscou 2009. Primeiro porque adorei o rótulo simples e em segundo lugar porque adorei o conteúdo. Um vinho macio, daqueles que costumo dizer que são um carinho... complexo e elegante, perfeito!




E por último, a escolha do coração... o Oyster Bay Pinot Noir 2010. Um vinho que atiçou ainda mais a vontade de voltar a Nova Zelândia para experimentar os Pinots que não experimentei.
Enfim, o evento foi bem legal, ainda contei com a companhia do meu professor preferido, Déco Rossi, sigo aprendendo... thanks!
Santé!