Ferrari nunca é d+!

Nessas últimas duas semanas tive o prazer de degustar o espumante Ferrari, um líquido repleto de perlage, além de ter viajado pelo incrível mundo desses carrinhos vermelhos, que nada tem a ver com o espumante, além do nome sensacional que já empolga.






Ontem aconteceu em São Paulo o Ferrari Challenge. Como trabalhei no sábado, não pude ser Marshal do evento, mas não deixei de ir a Interlagos no domingo.
Ferraris de passeio, de corrida e de F1 reunidas no mesmo lugar. Perfeito! O barulho, o cheiro, a cor... tudo relacionado ao "carro dos sonhos", me fez sorrir de emoção.




Mas voltando ao espumante... posso dizer que foi o meu preferido, e não estou falando isso por causa do nome, estou falando isso porque realmente seu sabor me conquistou.



Fiquei surpresa quando vi no podium garrafas com o rótulo laranja, acho incrível a história da Veuve Clicquot, um champanhe realmente maravilhoso, mas não entendo porque, em pleno evento de Ferraris, não usarem para a comemoração o espumante conterrâneo... xará!? Enfim, eles devem ter seus motivos.




A Ferrari é um espumante aromático, saboroso, com perlage fino e elegante, assim como o porte do cavalinho mais famoso do mundo.


Resumindo, quando a gente evolve emoção e paixão ao dia a dia, a vida vale muito mais a pena.
Se dedique ao que você gosta, acredite, o prazer de estar feliz torna cada segundo da nossa vida mais especial.
Santé!

Casa Valduga: exemplo de como receber bem!

Ontem, depois de um dia tri diferente e cansativo, cheguei em casa mega cansada, louca para tomar uma taça de vinho e ver a novela, mas pensei, mais uma vez, que não seria justo comigo mesma deixar a vida passar sem aproveitá-la, então resolvi ir num super evento que a Casa Valduga organizou no Iate Club de Santos, em Higienópolis, bem pertinho de casa.




Valeu mesmo a pena, além de degustar ótimos vinhos, pude conversar com amigos que eu não via há tempos, num ambiente agradabilíssimo, aliás parabéns às gurias da Ch2a pela organização, estava tudo muito bonito.




Agora chega de papo e vamos aos vinhos. Como cheguei tarde, só tomei 4 tacinhas...




Maria Valduga: Um espumante muito gostoso, com um perlage incrível e com um som de mar relaxante,  além de um glamour todo especial da sua garrafa. Eu compraria para brindar um evento muito especial, daqueles que a gente revive a todo momento só de lembrar. 




Depois foi a vez do meu preferido da noite: Gran Reserva - Nature: Nossa, fiquei impressionada, sem sombra de dúvidas um espumante elegante e sofisticado. Sem mais a declarar... PERFEITO!




Gran Leopoldina - Chardonnay: Um vinho refrescante, saboroso, fácil de beber. Frutado, aromático, daqueles que tendem a fazer um momento ficar especial. 




E para terminar, eu não poderia sair de lá sem tomar um Pinot Noir, lógico. O Premivm Identidade, é um clássico Pinot, bem clarinho, aromático e fácil de beber. Daqueles que fazem ressaltam a fama dos Pinots de serem vinhos delicados. 




Na saída um brinde carinhoso. Achei sensacional a idéia de dar-nos um Brandy engarrafado na hora...




Parabéns à Casa Vadulga, pelo cuidado e capricho na recepção.

Sem dúvida, valeu à pena ter perdido a novela!
Santé!

O segredo para ter força de encarar o dia a dia!

A gente passa grande parte de nossas vidas buscando coisas grandiosas, que nos dão garra para viver o dia a dia, o problema é quando essa perseguição de metas maiores nos impedem de aproveitar as pequenas coisas da vida.
Ontem à tarde uma amiga, "das antigas", me ligou para eu ir na casa dela. Eu ando muito cansada de tanto trabalho, mas quando ela me disse que seria um jantar feito pela sua mãe, que está em São Paulo, e que seria "bolo de carne", na hora mudei de ideia e respondi sem pestanejar: FEITO.




Morar sozinho tem disso, a gente sente falta desse clima família, dessas comidinhas com tempero de mãe... ADORO!
Passei em casa para pegar um vinho para acompanhar o tal "bolo de carne". Escolhi um Syrah Viña del Maipo. Ficou ótimo, mas preciso dizer que não pensei no vinho, apenas tomei, feliz da vida por estar com pessoas tão especiais.




Até ai já havia sido uma noite perfeita. Foi então que ela chegou com uma caixa de War, diferente daquele que eu tinha, mas tão viciante quanto.

Ficamos na batalha mitológica até altas horas... Quem ganhou? Ninguém! Tivemos que desistir, pois, infelizmente, já somos adultos e precisávamos dormir para encarrar os compromissos do dia que já nem era seguinte...




Pequenas coisas nos dão a felicidade para buscar nossos maiores objetivos na vida. Não esqueça de dizer menos "nãos" por preguiça... geralmente são esses os momentos que levamos na memória para a vida!
Santé!


Férias da vida de adulta!

Eu já escrevi sobre a minha viagem a Nova Zelândia aqui no blog, mas toda vez que vejo uma garrafa de vinho neozelandês, me recordo daqueles dias que na verdade foram férias da vida de adulto, simplesmente tudo de bom!




Essa semana tomei, mais uma vez, o Pinot Noir Greywacke, um clássico Pinot, perfeito para qualquer dia, seja para comemorar algo de bom, seja para curtir aquele momento comigo mesma sem me preocupar com os outros, sentimento que experimentei de forma mais pura e verdadeira todos os dias que estive naquele país.




Velejar e aprender inglês foram meus dois focos principais da viagem, mas como eu já gostava de vinho, foquei também nos Sauvignon Blancs da Nova Zelândia e nos tintos australianos, já que a família da minha host family era da Austrália. Enfim, tudo isso para dizer que perdi de tomar os Pinot Noir de lá in loco, mas ainda volto, não apenas para curtir os vinhos, como também para rever as pessoas que fizeram parte da minha vida por tão pouco tempo, mas que nunca sairão da minha memória.




O pinot Greywacke é leve e saboroso como tirar férias dessa vida de adulto e esquecer os problemas do dia a dia.
Então, quando eu entregar o meu Imposto de Renda, pode ter certeza, abrirei uma garrafa dessas para fazer um brinde comigo mesma e comemorar que aproveitei cada dia da minha infância e adolescência da melhor forma possível.
Santé!

Restaurante, Pub e Balada... Obaaa!

As minhas idas à capital gaúcha estão cada vez mais parecidas com visitas médicas. Chego quase na hora de ir embora, mas sempre dou um jeitinho de ver minhas amigas e conhecer algum lugar especial.
Nesta minha última viagem ao Rio Grande do Sul, fui no Rambla, um restaurante espanhol voltado para público jovem e descontraído, pois além de ser uma espécie de Pub, o lugar vira balada de verdade, depois de um certo horário.



Eu adorei a minha noite, não chegamos a jantar, pois não havia fome o suficiente, mas comemos uns Pintxos bem saborosos.



Depois fomos conhecer a adega do local. Bem interessante, rótulos legais, com destaques para alguns chilenos e argentinos. Isso, definitivamente, deve ter relação com os preços dos produtos para o consumidor. Eu já estou nesse meio há um ano, mas continuo sem entender a lógica desses impostos doidos do Brasil. Haviam alguns produtores nacionais e poucos espanhóis o que eu estranhei bastante, mas ao mesmo tempo isso se explica pela cultura do sul de consumir produtos dos países vizinhos.



Depois de conhecer a "casinha" dos vinhos, chegou a hora de ir para a balada, aproveitar a noite e dançar. A banda que estava tocando naquela noite, tocou muito mais que músicas, tocou um repertório que foi um resgate para mim. Histórias do meu passado e momentos divertido voltaram à tona a escutar as letras de bandas gaúchas que há anos não ouvia.
Sensacional! Gente bonita, música boa, ambiente agradável, astral altíssimo, um vinho - claro e a melhor companhia que poderia ter naquela noite.



Depois disso fui para a rodoviária para encarar mais 5 horas de viagem até a minha cidade natal, Rio Grande, para o aniversário da  minha mãe e para o casamento de uma irmã que a vida me deu. 
Resumo: a melhor Páscoa dos últimos tempos!
Santé!

Temperatura ideal!!!

Hoje resolvi escrever um post mais objetivo e útil, nada de percepções, sugestões de rótulos ou vinhos incríveis. O assunto de hoje será "temperatura ideal".
Sabemos mais ou menos a temperatura de serviço dos vinhos, mas no geralzão. Sabemos que vinho branco se toma gelado e vinho tinto em temperatura ambiente, mas até onde isso é verdade?



Numa realidade como a da Europa ou o sul do país, no inverno, pode até ser verdade, mas na maioria dos casos não. Isso porque, não podemos falar em temperatura ambiente como uma só, pois se no sul está frio, no nordeste está quente... bem quente, aliás.
Bom, resolvi fazer um resumão, usando como base a tabela de tipos de vinhos que usei no post de Harmonização. 
Então vamos ao que interessa.


Gente, isso é um resumão mesmo... mas, na maioria das vezes funciona!!!
Coloque o seu vinho na temperatura ideal e vamos brindar!
Santé!

Carta de Alforria para sair com as amigas!

É difícil escrever dois textos diferentes sobre o mesmo lugar, afinal a minha visão é uma só. Mas como não escrever no Château de Jane sobre esses locais maravilhosos que tenho ido para abastecer a minha coluna no blog Papo de Vinho, do Beto Duarte?
Pois é, o jeito é escrever um novo texto sobre o mesmo ponto de vista. Se você já leu na coluna, okay, você está liberado para voltar aos seus afazeres.
Há duas semanas fui numa doceria, entrei porque achei bonitinha, estava passando e não resisto a um lugar atraente mesmo! Então, descobri que a Lecker Haus. 




A doceria é gaúcha e fiquei toda orgulhosa, acho que a distância sempre nos deixa com mais amor, salve devidas proporções, exemplo disso é o Brazilian Day, com mais de 1,5 milhão de pessoas em Nova York. 


Estava sozinha e com compromisso marcado, não cheguei a provar as tortas da casa, mas fiquei com vontade de saber se são tão deliciosos quanto os doces do sul. Afinal, qualquer um que já experimentou um doce de lá sabe, que mesmo quando não são bonitos, são incríveis em sabor. 
Enfim, o que isso tem a ver com vinho? Tudo! A idéia é fazer da Lecker Haus um point de encontro com minhas amigas casadas e amarradas aos namorados que não conseguem carta de alforria nem para um happy hour. Pronto, resolvido o problema, elas podem tomar café, enquanto eu tomo um belo Chardonnay...


É só tomar cuidado para a minha taça não aparecer na foto na hora do Check in no facebook.


A casa não oferece muitas opções de vinhos, mas os três rótulos escolhidos foram bem felizes e conseguem agradar a maioria dos paladares. Carmenère para uma taça descompromissada, Cabernet Sauvignon para acompanhar uma refeição um pouco mais complexa e o Chardonnay para um brinde casual de verão à amizade.


Um dos meus problemas está resolvido... 
Santé!