
Quando me mudei para Porto Alegre, em 2003, eu amava Carménère chileno, era o meu "queridinho". Toda vez que ia ao Uruguai, na volta comprava caixas e caixas no freeshop para guardar na minha adega, que na verdade era a parte de baixo do guarda-roupa. Isso não é mais a minha realidade, aliás hoje moro em São Paulo, tenho uma adega de verdade e nunca compro caixas e caixas do mesmo vinho. Isso porque percebi que experimentar coisas novas me traz alegria.
